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Economia

‘Competitividade fica prejudicada sem reforma da Previdência’, diz Marcos Jorge

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Reduzir a burocracia no comércio exterior é parte de um trabalho mais amplo de melhoria do ambiente de negócios no País, disse ao jornal O Estado de S.Paulo o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), Marcos Jorge. Ele avalia que, sem enfrentar a questão da Previdência, não há condições para aumentar investimentos.

Estudo da CNI aponta para um conjunto muito grande e variado de exigências do governo para as operações de comércio exterior. O que o sr. diz sobre isso?

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É muita coisa, mas estamos trabalhando para simplificar. O grande exemplo é o Portal Único do Comércio Exterior. Mas não temos só isso.

O que mais vem sendo feito?

Estruturamos um sistema em que o Mdic, o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Agricultura e outros órgãos recebem, por parte do setor privado, o reporte de barreiras não tarifárias ao comércio. Os técnicos fazem o encaminhamento. Em 2016, ouvimos a iniciativa privada e listamos 51 medidas em um programa de simplificação. As que são de responsabilidade de outros órgãos, encaminhamos. As que são da nossa responsabilidade, estamos trabalhando.

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As críticas de excesso de burocracia procedem?

Penso que temos de continuar evoluindo para termos um ambiente de negócios melhor. Precisamos, como tem dito o presidente Michel Temer, fazer uma simplificação tributária. E precisamos evoluir com a reforma da Previdência. Esse é um problema que o Brasil terá de enfrentar. Se queremos ser mais competitivos e produtivos, precisamos dar condições para que haja mais investimentos e para que o empresariado consiga produzir mais.

IstoÉ

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