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Economia

Associação de alimentos contabiliza prejuízo no quatro dia de greve

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A associação informa que em apenas uma das empresas associadas mais de 1,1 mil toneladas de produtos não foram entregues, o que significa um prejuízo em torno de R$ 3 milhões.

A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) informou hoje (24) que existem mais de 315 caminhões com alimentos perecíveis parados em estradas de Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, considerando apenas duas das 106 empresas associadas à Abia.

“Também há impacto na produção, cortada por falta de leite que, não sendo captado nas fazendas, terá de ser descartado. Outra empresa apontou perdas de toneladas de pão fresco, paralisação de fábricas por falta de espaço para estocar produtos e desabastecimento de matérias-primas”, informa a nota da Abia.

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O setor de alimentação reúne mais de 35 mil indústrias. A entidade pede urgência nas negociações entre a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), a Associação Brasileira de Caminhoneiros (ABCAM) e o governo federal. “Reconhecemos a legitimidade da greve iniciada pelo movimento de caminhoneiros independentes, no entanto, chamamos a atenção para riscos dos bloqueios à circulação de alimentos perecíveis, que, além do desperdício, trazem prejuízos para toda a cadeia produtiva.”

Ceasa-DF

Na manhã desta quinta-feira (24/5), consumidores que foram à Central de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF) se depararam com o preço da caixa de tomate a R$ 120, em média. Antes o valor era R$ 60. Já o saco da batata inglesa que saía a R$ 100, na terça-feira (22), passou para R$ 180 nesta quinta. Um aumento de 80%, em um intervalo de dois dias.

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