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Temer detalha estratégias para geração de emprego

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Ao conceder a primeira entrevista exclusiva aos veículos da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) desde que assumiu o governo, o presidente Michel Temer detalhou algumas estratégias que serão adotadas para geração de emprego e melhoria da área social.

Ainda este mês, ele disse que o governo deve autorizar o uso dos lucros dos empréstimos da Caixa Econômica Federal para construção de 150 mil casas populares e para repasses a prefeituras por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), como garantia para obtenção de novos empréstimos.

Temer afirmou que a medida vai gerar emprego, por meio da construção civil, e renda. Atento aos números do desemprego no país, o presidente desabafou: “Não há coisa mais indignante do que os dados do desemprego”.

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O presidente  comemorou o saneamento das contas das empresas estatais, como a Petrobras e o Banco do Brasil.

Temer ressaltou que, em ambos os casos, o reflexo é imediato no impacto positivo nas ações das companhias. Temer citou ainda que uma das medidas importantes adotadas pelo governo foi a definição de excluir políticos no exercício de suas funções (com mandato) de cargos técnicos nas estatais.

Após dois meses do decreto de intervenção federal no Rio, o presidente Michel Temer afirmou que agora é que a operação começa a dar resultados. Com a experiência de quem foi secretário de Segurança Pública de São Paulo por duas vezes, ele disse que essas ações costumam levar tempo para apresentar resultados.

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Michel Temer rebateu a expressão “intervenção militar”.

“Eu designei um general para comandar a intervenção, mas ele comanda com a Polícia Civil e a Polícia Militar do Rio.”

Para o presidente, os números que indicam aumento de homicídios e chacinas podem ser um reflexo da reação do crime organizado à intervenção. Temer sinalizou que não pensa em replicar o modelo de intervenção em outras regiões do país.

“Nós vamos coordenar e integrar a segurança em todo país.”

Sobre a situação dos venezuelanos, o presidente avisou que o Brasil se manterá aberto aos imigrantes, porque a política de acolhimento faz parte da história do país.

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Também analisou os impactos da Operação Lava Jato, das delações premiadas e dos vazamentos de informações sigilosas.

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