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Delação da JBS: veja os VÍDEOS dos depoimentos

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Delação da JBS: veja os VÍDEOS dos depoimentos

Sigilo já havia sido retirado, mas material não estava disponível; informações resultaram em movimento pelo impeachment de Temer.

O Supremo Tribunal Federal liberou, nesta sexta-feira (19), o conteúdo das delações premiadas dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, no âmbito da Operação Lava Jato. As delações foram homologadas pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte.

A matéria está sendo atualizada com todos os vídeos das delações.

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Depoimentos de Joesley Batista

Termo 1 – Guido Mantega

Termo 2 – BNDES + Fundos de Pensão

Termo 3 – FI/FGTS e Lucio Funaro

Termo 4 – Ministério da Agricultura, conta corrente, Cunha e Funaro

Termo 5 – Cunha e desoneração da Folha

Termo 6 – Eleição de Cunha para Presidência da Câmara

0’58” – Joesley diz que pagou R$ 30 milhões para a eleição de Eduardo Cunha à Presidência da Câmara, em 2014. “Pago R$ 10 milhões com nota fria de fornecedores diversos que ele apresentava.”

1’21” – O empresário afirma que Cunha “comprou” deputados. “Pelo que eu entendi ele saiu comprando deputado, saiu comprando um monte de deputado Brasil a fora. Para isso que servia os R$ 30 milhões. Um bucado de bota fria foi apresentado por esses deputados, foi entorno de R$ 10 milhões, R$ 11 milhões. Teve em espécie entregue a ele, que eu não sei o que ele fez com isso, cerca de R$ 5 a R$ 6 milhões e R$ 12 milhões. Não não, foi ao contrário, R$ 12 milhões em dinheiro e R$ 5 a R$ 6 milhões em doação oficial ao PMDB.”

Termo 7 – Marcos Pereira (PRB)

Termo 9 – João Vaccari e Guilherme Gushiken

Termo 10 – Marta Suplicy

Termo 11 – José Serra

Termo 12 – Antonio Palocci

Termo 13 – Troca de chumbo, Guido Mantega e Banco Rural

Vídeo 1 – 7/4/17 – PET 7003 TD 01 Joesley Mendonça
  • 3’36” – Joesley afirma que os crimes foram cometidos nos últimos 5 anos. Segundo ele, recentemente a empresa passou a registrar os atos ilícitos que cometia. “A gente acreditava que uma hora seria acionada a dar explicações.”
  • 5’21” – Joesley diz que suas doações oficiais de campanha somaram R$ 500 milhões, sendo R$ 100 milhões pagos em notas fiscais frias. Isso. Propina disfarçada de doação política. “R$ 400 milhões foram contrapartida a ajustes ilicitos feitos pelos politicos a gente acabava pagando.”
  • 5’00 – procurador pergunta se as doações oficial, registradas no TSE, são na verdade propina disfarçada. Joesley responde: “Isso. Propina disfarçada de doação política.”


 

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