Se não pode vencê-los… Compre-os!

Queridos leitores da Valorize! Hoje vamos despertar mais uma vez a sua inquietude quando o assunto é investir o seu dinheiro! Antes de definir aonde vai alocar os seus recursos, compare, pesquise e seja crítico.
E lembre-se: trace suas metas, entre em ação e alcance seus objetivos! Abraços,
Rafael Rico
Te espero no meu Instagram @valorizeseusonho

Se não pode vencê-los…  Compre-os!

Nas leituras do feriado prolongado, à beira da piscina, entre uma porção de camarão e um Blue Lagoon, fui devorando todo tipo de texto que por acaso passou pela minha mão. ÊÊÊ vidão!. Pena que a gente morre! (Já dizia meu amigo filósofo de boteco…).

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Eu tenho uma mania um tanto estranha: Gosto de ler jornais e revistas vencidas. Eu leio muito, de tudo, mas além das leituras diárias, fresquinhas, quando posso gosto de ler antigas novidades. Não porque eu viva no passado, mas talvez porque ao ler uma notícia inédita para mim, as vezes já sabendo do desfecho, posso compreender o raciocínio de quem escreveu, como base no contexto que havia à época, assim entender os “porquês” e tentar traçar um futuro para aquela situação. Não é isso que todo modelo estatístico faz para tentar prever o futuro?

No mercado financeiro tudo é cíclico e, portanto, um dia se repete. Nada melhor que olhar o passado para se planejar para um eventual futuro repetido.

Uma das coisas que pude ler foi uma revista Veja de dezessete de outubro de dois mil e dezoito, de dias antes da eleição. Folheando, me deparei com a seguinte manchete:

Está aí a prova de que meu argumento é verdadeiro. Saiu até na Veja.

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A opção é se não pode vencê-los…. …compre-os!

Tem até alguns absurdos acontecendo. Já viram uma propaganda em que o apresentador e garoto propaganda de um grande banco, agora faz merchant para uma grande corretora? Com muito estilo e classe, numa propaganda chique e bem paga, o garoto propaganda diz, nas entrelinhas (claro!!), que não vale mais a pena ficar aplicando seu dinheiro em produtos bancários com baixa rentabilidade e altas taxas. O melhor é aplicar com a dita corretora. O que ele não diz, (aí entra a parte feia) é que a corretora é do próprio banco! Em outras palavras: Se é para te perder, que seja para mim mesmo.

Nessa brincadeira quem leva vantagem é você investidor. Na guerra pelo seu dinheiro, produtos de melhor qualidade, com altos rendimentos e baixas taxas estão a sua disposição por aí, basta saber procurar.

Você deve estar pensando: “de novo esse papo de bancos tentando me enrolar? Eu já havia entendido, já até fechei minha conta no banco!”

Calma! Era só um pequeno desejo de externar a minha satisfação com a comprovação do meu ponto de vista.

Deixando meu ego de lado. Vou continuar passando mais informações relevantes.

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No último artigo eu demonstrei o que é importante se ter em mente para montar uma boa carteira. Ok. Mas, em quais ativos eu uso aquelas técnicas?

Bem. Tem muita coisa, mas vamos generalizar.

Super Gêmeos Ativar!

Basicamente existem dois grandes tipos de produtos que convencionou-se chamar de renda fixa e renda variável. Existem outras modalidades que são derivados desses ou a mistura deles. Mas vamos olhar isso mais a frente.

Por definição, classifica-se como renda fixa aqueles ativos em que você sabe, na hora da aplicação, o quanto vai render até a data do resgate. (Fácil, né? Opa! Tem uma pegadinha aqui). Portanto, classifica-se como renda variável aqueles que não se pode prever o seu rendimento até data do resgate.

Você ouvirá por aí que os ativos de renda fixa por terem características previsíveis e, portanto, baixo risco de problemas, necessariamente terão rendimentos baixos. Atendendo a lei máxima do mercado financeiro: Rendimento = Risco.  (Opa! Outra pegadinha.). O inverso é verdadeiro para a renda variável.

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No próximo artigo vamos detalhar cada tipo e mostrar onde está o pulo do gato! (nada tem haver com a novela, tá?)

Todo mundo quer o seu dinheiro!

Proteja-se com informação.

Não há nada de errado em quererem o seu dinheiro, desde que em troca haja algum produto ou serviço com real valor agregado e que você tenha plena consciência do que está fazendo. A transação comercial tem que ser satisfatória para ambos os lados.

A ideia aqui é promover o contrário ao consenso de que quem decide o que fazer com o seu dinheiro deve ser alguém acostumado a lidar com ele. Desconfie.

Assuma as rédeas da sua saúde financeira, as instituições financeiras são e devem ser apenas intermediadores de produtos que são um meio de fazer seu dinheiro crescer, e não gestores dele.

Cabe a você ter o conhecimento ou contratar um profissional isento para lhe auxiliar a planejar e investir seu suado dinheiro. E sempre, desconfie….

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Ricardo Quintas é formado em Processamento de dados pela Universidade Mackenzie e pós graduado em Gestão Estratégica de TI pela FIAP.
Sócio-diretor da empresa AVVALL – Cloud Tax Innovations, integradora de sistemas fiscais de classe mundial. Paralelamente atua como educador financeiro, ajudando a dissiminar a educação financeira pessoal e empresarial pelo Brasil; é investidor do mercado financeiro desde 2007 e produz conteúdo da sua newsletter semanal sobre educação financeira e boas ideias de investimentos chamada: www.todomundoqueroseudinheiro.com.br

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