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 SOS- DF Destrava Brasília, já nasce travado na Mobilidade

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O governador de Brasília DF Ibanes Rocha (MDB) lançou na última sexta feira (15) o projeto SOS-DF Destrava Brasília

O que acontece é que o governador Ibanes Rocha, vem desde seus primeiros dias de governo demostrando suas boas intenções em acertar, porém integrantes do governo estão negligenciando tecnicamente e provocando freadas e engates de marcha ré em diversos momentos, para os brasilienses que apostaram no novo está ficando bem claro a prática antiga da maquiagem borrada.

Ibanes vem sendo traído pela incompetência de alguns integrantes em sua equipe de governo, para se ter uma ideia, uma falha técnica de extrema importância no “Destrava” foi detectado por este colunista. A ausência das normas que determinam as obrigatoriedades dos Relatórios de Impactos de Trânsito e Transportes, sejam de passageiros ou de cargas ficaram de fora e mais uma vez a mobilidade foi esquecida.

Os governos e gestores anteriores já não estavam praticando, e agora observarmos que o novo governo também não quer praticar o certo tecnicamente falando.

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O governador lançou o projeto SOS Destrava Brasília sem sequer mencionar o RIT (Relatório de Impacto de Trânsito), como se liberar um alvará de construção de empreendimentos imobiliários sem avaliar o RIT não tivesse a menor importância. Afinal, qualquer leigo sabe que empreendimentos imobiliários tem impacto direto no trânsito de qualquer região.

Pois bem, este técnico e colunista especializado na Mobilidade Urbana procurou os secretários das pastas afins, de Urbanismo e Mobilidade Urbana, Mateus Leandro de Oliveira e Valter Casimiro Silveira para tratar do assunto ausente no projeto, mas não obteve resposta.

Para este colunista, fica bem nítido que a equipe do governo não formulou tecnicamente o Destrava na parte que tange a Mobilidade. O projeto apresentado pelo governador não esta atento às necessidades técnicas das legislações de trânsito, e ao invés de destravarem Brasília, irão desta forma travar mais ainda a já combalida mobilidade urbana do DF, trazendo assim maiores polos geradores de impactos de trânsito e transportes na Capital da República sem o devido reparo técnico.

Da forma como o governador vem sendo subsidiado em seus projetos e programas na área de mobilidade bem se vê a falta de respaldo técnico, e o governo acaba sofrendo desgastes, a exemplo, os arranhões com o projeto enviado à Câmara Distrital sobre o PL do passe livre estudantil e a gratuidade. 

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Agora a liberação dos alvarás de construções para empreendimentos sem a obrigatoriedade dos Relatórios de Impactos no Trânsito e nos Transportes, sejam de passageiros ou de cargas vai travar ainda mais o DF.

Mais uma vez Brasília terá de esperar pacientemente os devidos reparos técnicos no projetos apresentados pelo novo governo.

Atenção Brasília! Te vejo no engarrafamento!

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A inoperância da Mobilidade Urbana e Acessibilidade em Brasília contínua

É notório a ausência de cumprimento da legislação e educação no trânsito da cidade pela falta de fiscalização e orientação dos órgãos gestores responsáveis pelo trânsito e transportes

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Entre os diversos erros cometidos pela ineficiência operacional,e ausência da fiscalização na execução das normas técnicas,e legislações pertinentes, estão as questões de estacionamentos públicos e suas regulamentações em Brasília DF.

Durante os últimos dias, estamos tomando conhecimento através das mídias digitais, eletrônicas e imprensa em geral sobre a implantação de serviços de controle de estacionamentos rotativos em diversas regiões administrativas.

O governo do Distrito Federal (GDF) selecionou 9 empresas que se manifestaram para apresentação de projetos de estacionamentos rotativos em áreas públicas do DF na gestão de mobilidade urbana e acessibilidade.

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São inicialmente 27 zonas para estacionamentos rotativos pagos. Essas empresas terão um prazo de 90 dias para apresentarem as soluções de viabilidades destes projetos, tais medidas vem demostrar a total ineficiência da gestão de Mobilidade Urbana e Acessibilidade na capital da república.

É notório a ausência de cumprimento da legislação e educação no trânsito da cidade pela falta de fiscalização e orientação dos órgãos gestores responsáveis pelo Trânsito e Transportes.

Não vai adiantar de nada esse tipo de contratação, que nunca funcionou em nenhuma capital brasileira e cidades que já provaram desse tipo de prestação de serviços.

Sem um serviço de Transportes públicos eficientes, nunca iremos combater o uso indevido de veículos individuais de passageiros e consequentes congestionamentos. É mais fácil para a gestão de governo contratar mais um serviço que irá trazer benefícios financeiros somente para grupos empresariais, do que resolverem um problema vital que afetam o dia a dia da população brasiliense, e de várias cidades brasileiras.

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Sem um projeto de inter-modalidade de transportes públicos, nenhum governo ou gestão resolverá o excesso de veículos em vias públicas das cidades Brasileiras. Não haverá outro caminho técnico ou solução de gestão de Mobilidade Urbana, sem que seja a utilizada a integração das diversas modais de transportes públicos.

Sem a implementação deste modelo de gestão de transportes públicos o Brasil vai parar. Em 5 ou 10 anos não teremos como sair de casa para execução de nossas tarefas diárias, sejam elas quais forem.

Em Brasília, até o presente momento, nenhum governo teve interesse em defender o direito de ir e vir daqueles que os elegeram, sempre apresentado projetos e medidas paleativas e temporárias para o engodo público.

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Se colocarem a máquina pública para trabalharem operacionalmente na execução do cumprimento das normas e legislação, 60% dos problemas de gestão de trânsito e transportes públicos serão resolvidos a partir de uma efetiva operacionalidade e fiscalização. Se o Governo,GDF, não coibir o uso indevido e mal planejado do solo Brasiliense em relação a Mobilidade Urbana e Acessibilidade no crescimento desordenado de Brasília, jamais teremos uma sociedade bem assistida e satisfeita,foi com esse propósito que os elegemos.

Tem solução,e só ter gestão comprometida e competente tecnicamente falando, aí os resultados acontecem!

Brasília têm áreas públicas em todas as regiões administrativas para construção de edifícios garagens com possibilidades de galerias de atendimentos dos serviços de governo para a população e etc, que poderão ser geridos pela própria estrutura governamental através das secretarias afins com todo apoio aos usuários,o que falta e competência e desejo de resolverem os problemas da Mobilidade Urbana e Acessibilidade,o GDF precisa parar de ser cabide de empregos para aqueles apaniguados políticos que repousam em cada quatro anos de gestões , que chegam e saem sem sequer terem respaldo técnico suficientes para exercerem suas funções e missões profissionais.

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Governador Ibaneis Rocha, sem uma gestão de Mobilidade Urbana, trânsito e transportes públicos de plena eficiência, Brasília vai parar, travar, e haverá um colapso na sua gestão pública. Ainda há tempo de reagir. Seu governo apenas está começando. Brasília poderá ser a cidade padrão brasileira. Desperte!

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O despreparo da Mobilidade

Brasília contínua despreparada na Mobilidade e Acessibilidade, mesmo já completando 6 meses de uma nova gestão de governo

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Nada do que havíamos imaginado de melhorias e acertos estão sendo praticados, a não ser, ações da visagem e as medidas paliativas e temporárias para o engodo ao povo e o falso impacto aos nossos visitantes da Capital do Brasil.

Continua o crescimento desordenado e inchaço nas diversas regiões administrativas do Distrito Federal, sem o cumprimento das leis, legislação pertinentes, e normas técnicas, culminando com a total ausência de fiscalização dos órgãos gestores responsáveis por fazer fluir e assegurar o direito de ir e vir do cidadão.

Continuam super protegidos e no frescor de seus gabinetes os gestores e técnicos e também seus comandados.

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Continuam as indicações políticas e das amizades influentes dos importantes cargos técnicos no GDF, principalmente e essencialmente das consideradas pastas dos chamados serviços essenciais,tais como, Transportes, Trânsito, Segurança Pública, Educação e Ensino.

Mobilidade e Acessibilidade determina e qualifica a vida de qualquer cidade mundialmente falando, tanto na vida sócio econômico, quanto no desenvolvimento e planejamento estratégico.

Porque os nossos governantes não querem fazer os deveres de casa e cumprirem com suas promessas eleitoreiras? Sem a Mobilidade Urbana e Acessibilidade qualquer cidade para, estrangula, e vira o caus, trazendo o descontentamento da população e a ineficiência da gestão pública.

Brasília DF, a Capital do Brasil por onde deveria servir de modelo e exemplo, até porque é aqui que tudo começa no poder público, acaba em ser apontada como uma das mais ineficientes Capitais brasileiras na Mobilidade Urbana e Acessibilidade Urbana, não por falta de profissionais técnicos e gestores disponíveis no mercado de trabalho das áreas operacionais, mais pelas diversas formas de como o governo vêm fazendo as nomeações e contratações nessas áreas.

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O cidadão que reside em Brasília DF contínua chegando atrasado em suas rotinas diárias, sejam elas quais forem.

Quem depende de transportes públicos para os seus deslocamentos ao saírem e voltarem de seus destinos,continuam sendo lesados em seus direitos, além de se levantarem cada dia mais cedo para se dirigirem a parada dos ônibus no relento, sem nenhuma presença da Segurança Pública e Iluminação Pública já pagas em seus recolhimentos de impostos e tributos, é comprovada a ineficiência.

No trânsito continuam os constantes engarrafamentos e sem um ordenamento dos agentes públicos e fiscalização,e notório a falta de orientação nas rotas e alternativas de fluxo do trânsito e transportes, principalmente nos horários de picos, indo e vindo de afazeres.

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Não se percebe mais nas ruas e avenidas da cidade de Brasília DF a presença de agentes de trânsito com a prática do apito na boca com os silvos breves e longos chamando a atenção dos condutores de veículos e transeuntes em uma constante operalização, são encontrados sempre em luxuosas viaturas estacionadas em calçadas e canteiros centrais públicos dando um mau exemplo, com vidros de películas escuras levantados e suas guarnições e equipes no ar condicionado ligados, e seus celulares operacionais conectados na internet falando as redes sociais e assistindo sabe-se lá oque.

Na acessibilidade o povo jamais pode contar com o poder público em Brasília DF, faltam os equipamentos públicos de infraestrutura tais como, calçadas, abrigo de passageiros de transportes, banheiros públicos, botoeiras nas travessias de pedestres com os rebaixamentos e pisos apropriados para acessibilidade, inclusive a serviço da população com deficiência física e portadores de necessidades especiais.

O pedestre não tem direito algum em Brasília DF,a máquina governamental recolhendo e arrecadando sempre a todo custo os impostos e tributos, mais executar a fiscalização e gestão no planejamento e execução,nada. Saí governo e entra governo e Brasília DF sempre a mesma na Mobilidade Urbana e Acessibilidade.

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Fazer como o outro, governador,respeite o povo!

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Que Brasil é este a se construir

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O Transporte Público é um dos últimos feudos – como um Estado Cartorial – com sutil proteção governamental, ao menos no que tange ao modal rodoviário de passageiros no âmbito interestadual.

Está na Constituição, no artigo 175, que ao Poder Público incumbe, diretamente, ou mediante concessão e/ou permissão, a prestação de serviços públicos.

Além disto, a CRFB/88 estabeleceu expressamente competências para a União Federal, constantes do artigo 21, fixando que Compete à União: XII – explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou permissão de serviços de transporte ferroviário e aquaviário entre portos brasileiros e fronteiras nacionais, ou que transponham os limites de Estado ou Território; os serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros.

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Ademais, em setembro de 2015 foi promulgada Emenda Constitucional que garantiu o transporte como um direito social, equiparando-o aos outros direitos dos cidadãos: a educação; a saúde; a alimentação; o trabalho; a moradia; o lazer; a segurança; a previdência social; a proteção à maternidade e à infância; e a assistência aos desamparados.

Como diz o ditado: ‘por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento’ – é o que se enxerga daquele transporte rodoviário interestadual, em que via de regra algumas empresas são ‘mais iguais’ que outras perante a lei, se beneficiando de um moto contínuo no sistema de transporte nacional.

O transporte interestadual está uma bagunça generalizada do que um sistema realmente reorganizado, no sentido amplo da palavra, ou seja, um sistema aberto e em que todos tenham o direito dele participar, sem subterfúgios.

O processo licitatório, a última concorrência mais de 20 anos, mas ‘forças ocultas’ tornaram essa modal sujeito a uma AUTORIZAÇÃO. Mudanças na regra do jogo variam como biruta de aeroporto, ou melhor, conforme a orientação de algum comando central.

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No esforço de moralizar, no âmbito rodoviário, esse serviço público (direito do cidadão), algumas unidades federativas até já avançaram na ruptura como ‘velha política’.

As velhas raposas com representatividades políticas trabalham para isto em se escudar na elite do poder público, que os tutela, entra governo e sai governo, da esquerda ou da direita e de forma a ter um discurso moralizador e de abertura, mas com a cautela de garantir aos da ‘velha política’ o direito ao ‘filé-sem-osso’.

Recentemente o estado do Mato Grosso do Sul, dando exemplo, convocou empresas (qualquer uma) a se habilitarem a operar suas linhas intermunicipais, até então vivendo um faroeste, em que linhas federais se apropriavam de ligações intermunicipais, ou seja, operavam linhas dentro do Estado, sem qualquer autorização da autoridade competente estadual. Já existem diversas empresas operando na região e com proteção policial.

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No âmbito federal essa ‘velha política’ patina a anos, tanto é que a última licitação pública, como dito acima, ocorreu bem antes da virada do século. De lá para cá o que se viu foi um executivo omisso na fiscalização, lerdo no planejamento e execução, e promíscuo nas relações com empresas.

Resultado disto é que vez por outra o poder concedente (na verdade, autorizante) tem de assimilar o golpe dado por decisões judiciais que, atendendo ao apelo econômico das empresas (que assumem integralmente o risco) postulantes, e ainda reconhecendo a morosidade do estado e a sua insensibilidade aos anseios de transporte dos cidadãos, com aval dos poderes públicos locais, tem garantido o direito de ir-e-vir ‘sem privilégios’ pois há juizes que não olham a capa do processo.

A tal ponto foi a desfaçatez da agência reguladora em sua última resolução regulatória aproveitou para ‘regularizar’, na forma de autorização, claro, diversas linhas então autorizadas judicialmente. Houve até empresas que curiosamente obtiveram suas liminares pouco tempo antes da farra.

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Hoje prevalece a autorização, sob a proteção ‘divina’ da agência, exceto que, não para livrar os autorizatários da insidiosa prática do transporte clandestino, mas sim para impedir a entrada de ‘intrusos’ nesse mercado.

Não que as empresas tradicionais sejam um cancro a ser extirpado do sistema, mas a inibição de novos entrantes nesse mesmo sistema é que caracteriza a ‘proteção’ aos velhos caciques dos transportes.

Nunca se legislou tanto sobre o tema como agora, e nesse vai-e-vem de normas de todos os tipos – de leis a resoluções, portarias e deliberações – constrói-se uma realidade do faz-de-conta que o governo se interessa em liberar o setor, deixando que as forças de mercado atuem sob sua assistência.

Funciona assim

Embora o transporte seja uma atividade livre como outra qualquer e seja natural que os mais empreendedores lutem para consolidar e ampliar seus negócios, como em qualquer ramo, sem entraves, além da burocracia estatal e ainda que, cada vez mais, sejam estimulados , na maior ‘cara-de-pau’, diga-se – por políticas liberais que privilegiam o aumento da produção, geração de emprego e renda e com isto, também maior arrecadação para os estados e a União -, na prática o que ocorre é que se defrontam com medidas que sob a capa de liberalizadoras, escondem obstáculos intransponíveis – tal como costumamos ver os privilégios, direcionamentos em processos de licitação nos transportes públicos municipais, ou seja, nos urbanos.

Atrás de belas palavras e frases de efeito, escritas por autoridades de intenções impecáveis, é tudo pura encenação, e acabam por ‘empurrar os novatos para a clandestinidade, ainda que operem sob riscos seus – está aí o serviço ‘buser’ que não nos deixa mentir.

O discurso do governo é estimular e promover uma abertura para novos entrantes, porém, a ordem é colocar entraves, dificuldades de todos os tipos, e geralmente sob formas de medidas infralegais – como pareceres técnicos dados em processos administrativos; impedimentos pelo não atendimento a requisitos normativos, os quais poderiam ser entrave apenas para iniciar a operação, mas não eliminar o direito.

São essas ‘maldades’ que as empresas tradicionais, por suas associações de classe, dentre elas a principal, a ABRATI – esta, na verdade, parece comandar a agência reguladora, e o faz de forma subliminar, por meio de intervenções políticas, junto a diretoria e superintendência da agência, não raro com o discurso de consequências ruinosas para suas afiliadas (na verdade, grandes conglomerados que abrigam duas ou mais empresas) inibem qualquer tentativa de abertura – utilizam para engessar o sistema conforme seus interesses.

Quando se pensa que uma nova ordem – aquela do discurso envolvente do Estado – vem para promover a oxigenação do sistema, logo à frente um despacho de uma autoridade – geralmente com origem nos escalões abaixo da DIRETORIA, responsáveis que são pelo plano operacional – entrava todo o processo. Por que? No mínimo para dar tempo à produção de medidas de cautela (Resoluções, Portarias, Deliberações, etc) que fazem com que tudo volte à estaca zero. Dá-se um passo adiante, e dois para trás. Exemplo disto é o atual regramento, que por meio de estímulo à apresentação de projetos das empresas – novatas ou tradicionais – pretenderia incrementar maior nº de operadores em toda e qualquer ligação de transporte, mesmo porque esta seria uma previsão legal calcada em lei, não em oficios internos. Não durou muito.

Hoje já se sabe que NENHUM pedido foi autorizado, e os requerimentos se acumulam nas gavetas dos superintendentes, à espera de medidas novas que tornem essa papelada algo obsoleto, sem eficácia perante a nova ordem.

A esse propósito, sabemos que se encontra em curso uma nova alteração do ‘marco regulatório do setor’, e com idéias mirabolantes (em contraponto ao que seriam idéias simples) que apenas agem para inviabilizar as novas empresas e consolidar os mercados das empresas tradicionais. Se isto é uma inverdade, por que não licitam novas linhas nas ligações antigas e novas, dentro da premissa de estímulo à concorrência, de liberdade tarifária, e de ônus exclusivo do transportador?

Estão cegos esses dirigentes, ou melhor, andam com aqueles antolhos das cavalgaduras, para enxergarem apenas uma direção, a da manutenção do ‘status quo’ da ‘velha política’ e dos que temem ver seu patrimônio (na verdade, apenas o direito de operar uma linha, e que é negociável na atual regra) virar pó.

A economia no país ainda se ressente da estagnação provocada por governos desastrados, e mesmo assim a ANTT age como se não fizesse parte do governo, de seu esforço de recuperação da economia. Dizer que a entrada de novos operadores no âmbito interestadual trará prejuízo ao sistema é uma falácia – das antigas empresas tradicionais umas até se encontram em processo pré-falimentar ou em dificuldades no mercado; culpa de novos entrantes? Não.

Para cada empresa que desistir de seus mercados, aparecerão no mínimo duas interessadas em oculpá-los, inclusive absorvendo a força de trabalho demitida.

Se querem achar um ‘culpado’ pelas agruras do mercado, mirem nos transportes clandestinos, que assim o são por falta de uma política voltada de fato para regularização dessas pequenas e microempresas que operam em micro-regiões e ajudam a fixar o homem em sua região, e não me venham com proteção de mercado via criação de cartórios de transporte, agora não mais envolvendo uma cidade, mas toda uma região em seu entorno – como feudos ao redor de um castelo medieval.

Não são as grandes empresas os grandes empregadores, pois estas concentram seus esforços nos grandes centros urbanos, e sim as micro e pequenas empresas que tem capacidade de gerar renda, impostos e empregos nas pequenas cidades, onde, no máximo, uma das grandes, quando as atende, é por mera seção de linha, na hora que der, e pouco se lixando para o usuário – a maior parte das seções implantadas o são para impedir que outra empresa entre, e não por estratégia interesse no mercado.

A tônica do governo que se inicia é uma só: correr atrás do prejuízo deixado por más gestões e promover a renda interna e o emprego. A ANTT não pode ficar a reboque dos interesses das grandes e tradicionais empresas, mesmo porque numa eventual abertura, não deixarão de ser grandes – sob pena de se ver curvada ao atraso, à inoperância, à incompetência de quem apenas obedece ordens e nunca protagoniza de fato o desenvolvimento do sistema e da sociedade.

É a ‘velha política’ se repetindo autoridades em suas belas salas refrigeradas, com vagas privativas, viagens e diárias, e outras quinquilharias, cada vez mais criando cargos comissionados para servir á vassalagem dos senhores do transporte e caciques políticos infiltrados no transporte rodoviário.

Mesmo que se abra a possibilidade de empresas estrangeiras participarem, sabe-se, por experiência anterior, que ninguém se arriscará por aqui, e será prejuízo certo. A solução é doméstica, com os atores nacionais, com o empreendedorismo verde-e-amarelo, com a força do interior.

O Brasil é maior que esses interesses escusos, ele clama por progresso e ordem, e não como um país sem rumo e sem ‘xerife’, a ponto de empresários de variados setores produtivos, inclusive os que já planejam mudar de país suas plantas operacionais, se indagarem: Que Brasil é este a se construir?

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Em Brasília: respeito à faixa de pedestres completa 22 anos; cai número de mortes

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O respeito à faixa de pedestres no Distrito Federal completa 22 anos nesta segunda-feira (1º). A iniciativa de 1997 deu à capital destaque no país inteiro de civilidade no trânsito, e segue como motivo de orgulho para os brasilienses.

No ano anterior à implantação da sinalização, foram registradas 266 mortes de pedestres no trânsito do DF. Em 1997, esse número caiu para 202 pedestres mortos e, em 2018, para 105 óbitos. Se comparado a 1996, o ano passado registrou uma queda de 60,5% no quantitativo de pedestres vítimas fatais.

Apesar do crescimento da frota de veículos registrados no DF, que em 1996 era de cerca de 470 mil veículos, e em dezembro de 2018 chegou a 1.773.295 veículos, os dados indicam uma diminuição acentuada no número de óbitos de pedestres. E pode se afirmar que, nos últimos 21 anos, 1.331 vidas de pedestres foram preservadas no trânsito do DF.

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De acordo com a Gerência de Estatística do Departamento de Trânsito do Distrito Federal, em 2018, ocorreram duas mortes de pedestres em faixas não semaforizadas, 60% a menos que em 2017, quando se registrou cinco óbitos. No ano de implantação da sinalização, também foram registradas duas mortes. Segundo dados do DetranDF, o ano de 2009 foi o que registrou o maior quantitativo de vítimas na faixa de travessia, 11 óbitos.

Em 2019, ocorreu uma morte em faixa de pedestre.

Atualmente, a cidade possui mais de cinco mil faixas de pedestres não semaforizadas. Segundo o diretor-geral do Detran-DF, Fabrício Moura, a manutenção da sinalização, campanhas educativas e o apoio da fiscalização têm contribuído para que o DF continue dando o bom exemplo.

“Neste ano, intensificamos as ações de conservação da sinalização e de educação de trânsito, além disso, criamos o projeto Segurança na Faixa, que garante a presença de agentes da fiscalização em locais de grande fluxo de pedestres”, ressalta.

Ações educativas

Em comemoração aos 22 anos de respeito ao pedestre na faixa, a Diretoria de Educação do Detran-DF promove ações de conscientização em faixas de pedestres do Plano Piloto, Samambaia, Gama, Taguatinga, Santa Maria e Ceilândia.

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Mobilidade: aplicativo de transporte DESU recruta mil motorista em Brasília

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Para você que é motorista de aplicativo e já está inscrito no Uber, 99 Pop, Cabify, chegou mais um que pode agregar sua lista, ou recolocar você no mercado de trabalho

DESU (https://desu.mobi/) é o nome do novo aplicativo de transportes, que oferece a melhor taxa de repasse para os motoristas, promove a inclusão de mulheres no mercado de trabalho e busca mil colaboradores (homens e mulheres) para fazer parte do seu time

O projeto nasceu em Brasília e foi idealizado pelos empresários brasilienses Bruno Camargo e Thiago Rocha. “A nossa proposta é trazer mais segurança para o passageiro e motorista e um ganho maior para os colaboradores”, comenta Thiago Rocha.

O app chega no Google Play no mês de abril e traz um fator que o distingue das demais soluções de transporte: o motorista tem a possibilidade de receber de 83% a 100% dos valores das corridas e alcançar a taxa zero de repasse para a DESU. Para conquistar esse benefício, a empresa irá verificar o histórico de quilômetros acumulados durante o mês.

Outro diferencial da iniciativa é a opção de atendimento exclusivo para o público feminino e o protagonismo das mulheres no segmento. Ou seja, uma passageira que busca uma corrida pode optar por ser atendida somente por outra mulher. “Há uma clara desigualdade entre homens e mulheres motoristas. As barreiras para elas são maiores, elas não trabalham à noite pela insegurança e muitas rodam menos tempo, tendo em vista a dupla jornada que assumem”, destaca o fundador Bruno Camargo.

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FAÇA PARTE DO NOSSO TIME

Para torna-se um parceiro da DESU, é simples e rápido. Acesse o site https://desu.mobi/novo-motorista, forneça nome, e-mail, CPF, telefone, gênero e crie uma senha para acessar seu perfil sempre que necessário. Em relação ao automóvel, serão aceitos apenas aqueles com data de fabricação a partir de 2010/11, com ar-condicionado e quatro portas. A política de tolerância da empresa são de veículos com até 8 anos de uso a partir do ano de fabricação.

Vale destacar ainda que os candidatos precisam ter carteira de motorista definitiva e estejam regulamentados pela Lei nº 5.691/2016, que trata da prestação de Serviço de Transporte Individual Privado de Passageiros Baseado em Tecnologia de Comunicação em Rede no Distrito Federal.

SEGURANÇA

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A proposta também conta com o fato de que todos os motoristas cadastrados deverão apresentar antecedentes criminais e as informações serão verificadas junto aos órgãos competentes, para que essa seguridade seja garantida.

Outro diferencial que aumentará a segurança dos motoristas e passageiros será a implementação de uma câmera de segurança em todos os carros, para que o monitoramento das viagens seja feito integralmente.

ACESSIBILIDADE

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A acessibilidade também faz parte da proposta da DESU. Ao realizar o pedido de viagem, os passageiros que possuem dificuldades de locomoção ou precisam de um atendimento especial irão notificar o APP. Os motoristas da DESU irão receber treinamento para entender e se portar adequadamente em casos de atendimento diferenciado.

Desu
Digital, Ecológica, Social e Urbana

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Metrô-DF: Ibram concede licença ambiental para a expansão de Samambaia

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Mesmo com toda burocracia, não deixa de ser uma boa notícia, o trâmite para expansão do Metrô-DF é demorado porém o documento é essencial para a construção de mais 3,6 km de via e duas estações da Linha 1. Edital de licitação será relançado no mês que vem

O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) concedeu licença ambiental para a expansão da Linha 1 do Metrô-DF em Samambaia. Com o documento, a Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF) poderá construir mais 3,6 km de via e duas estações na cidade, beneficiando aproximadamente 8 mil novos usuários por dia e elevando a arrecadação da empresa.

A licença é um procedimento administrativo obrigatório pelo qual o órgão ambiental permite a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos, entre outros. Segundo o presidente do Metrô-DF, Handerson Cabral, o documento atende exigências do Tribunal de Contas do DF (TCDF) para liberar o edital de licitação, que estava suspenso desde novembro passado.

“O ganho é para a população e para o meio ambiente, uma vez que haverá garantias de que a obra será feita de acordo com as exigências da legislação”, disse Cabral.

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Já o presidente do Ibram, Edson Duarte, afirmou que a licença apresenta orientações de como se fazer um empreendimento como este, impactando o meio ambiente da menor forma possível.

“Cumprimos o nosso objetivo de liberar o licenciamento ambiental para um transporte público essencial para a mobilidade pública do DF. O metrô é o modal que menos impacta o meio ambiente”, destacou Duarte.

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Mobilidade: Metrô terá horário ampliado em Brasília

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Nesta segunda (18) a novidade na Mobilidade Urbana em Brasília não fica só na faixa reversa da EPTG

Quem é usuário do Metrô-DF sabe que o horário de funcionamento sempre foi um empecilho pra lá de incomodo, só que desta vez, a companhia metroviária da capital da república anunciou medida que com certeza vai agradar em cheio os usuários. 

A partir da próxima segunda-feira (25), os trens vão começar a circular mais cedo, às 5h30, e o encerramento das atividades será as 23h30, com uma hora a mais de funcionamento os usuários poderão adiantar sua ida ao trabalho e planejar melhor a volta para casa, 

A ampliação valerá apenas de segunda a sábado. As domingos, o horário será mantido das 7h às 19h.

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De acordo com o Metrô-DF a medida se faz necessário devido ao aumento da demanda, uma vez que quando as estações abrem, já há fila nos pontos de embarque.

O sistema funciona com 24 trens e transporta cerca de 150 mil pessoas diariamente.

Faixa Reversa 

A Inversão das faixas exclusivas para ônibus nos horários de pico teve início nesta segunda-feira (18). Medida foi criada pelo GDF para melhorar o trânsito.

A partir desta segunda-feira (18), a faixa exclusiva para ônibus na EPTG teve o sentido invertido nos horários de pico dos dias úteis (segunda a sexta-feira), entre as 6h e as 9h (sentido Taguatinga-Plano Piloto) e das 17h30 às 19h45 (sentido Plano Piloto-Taguatinga).

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Neste sábado (16), foram feitas simulações de testes no local, com seis ônibus transitando pela faixa reversa, numa operação da qual participaram o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Valter Casimiro; o diretor-geral do DFTrans, Josias Seabra e o diretor-geral do DER/DF, Fauzi Nacfur Junior.

“A pista já está toda sinalizada e estamos colocando a sinalização para os usuários dos ônibus, de forma que todos fiquem bem-informados sobre essa operação importante para melhorar a fluidez do trânsito na EPTG”, explicou o diretor do DER. “Todos devem contribuir para o sucesso da operação: passageiros, pedestres e motoristas”.

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Em Brasília, EPTG passa por últimos testes para inversão de faixa.

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Inversão das faixas exclusivas para ônibus nos horários de pico tem início nesta segunda-feira (18). Medida foi criada pelo GDF para melhorar o trânsito

A partir desta segunda-feira (18), a faixa exclusiva para ônibus na EPTG terá o sentido invertido nos horários de pico dos dias úteis (segunda a sexta-feira), entre as 6h e as 9h (sentido Taguatinga-Plano Piloto) e das 17h30 às 19h45 (sentido Plano Piloto-Taguatinga).

Neste sábado (16), foram feitas simulações de testes no local, com seis ônibus transitando pela faixa reversa, numa operação da qual participaram o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Valter Casimiro; o diretor-geral do DFTrans, Josias Seabra e o diretor-geral do DER/DF, Fauzi Nacfur Junior.

“A pista já está toda sinalizada e estamos colocando a sinalização para os usuários dos ônibus, de forma que todos fiquem bem-informados sobre essa operação importante para melhorar a fluidez do trânsito na EPTG”, explicou o diretor do DER. “Todos devem contribuir para o sucesso da operação: passageiros, pedestres e motoristas”.

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Fauzi destacou que, fora dos horários de pico, o fluxo dos veículos e os embarques e desembarques não terão alteração. Ao todo, 132 linhas passam pela EPTG, sendo que os ônibus de 63 linhas passarão utilizar a via invertida. As demais 69 linhas continuarão trafegando pelas vias marginais.

Atenção na hora do embarque

Nos horários em que os ônibus passarão pela faixa invertida, os passageiros deverão ficar atentos, pois o embarque e o desembarque serão no canteiro central da EPTG, do lado da faixa reversa.

“Os passageiros devem ter bastante atenção e utilizar as passarelas para atravessar a EPTG”, alertou o diretor do DFTrans. Além dos cartazes afixados nas paradas de ônibus com lista dos ônibus que vão passar pela faixa reversa e dos que permanecerão nas vias secundárias, os passageiros poderão consultar essas informações no site do DFTrans, bem como dentro dos ônibus e em diferentes pontos da Rodoviária do Plano Piloto.

O secretário de Mobilidade, Valter Casimiro, está acompanhando cada passo da operação. Nesta segunda-feira (18), pela manhã, ele estará na EPTG para conversar com os usuários nas paradas de ônibus, tirar dúvidas e falar sobre a importância da faixa invertida.

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“As pessoas devem continuar usando a passarela, só que agora vão descer no canteiro central para tomar os ônibus para o Plano Piloto, ou na viagem de volta”, lembrou.

Com informações do DFTrans

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Mobilidade: MPDFT promove encontro sobre segurança no trânsito

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Evento ocorre desde 2010 por iniciativa da Promotoria de Justiça do Paranoá

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) realiza, em 20 de março, o encontro “Segurança no trânsito”. O evento é destinado a autores de infrações de trânsito cujos processos estão em fase de suspensão condicional ou em transação penal, mas a comunidade também pode participar. A inscrição pode ser feita pelos telefones 3369 9224 e 3369 9226 ou pessoalmente, no dia do evento.

Os autores devem comparecer a, pelo menos, um encontro, que tem como tema “Valorize a vida no trânsito”. A presença costuma ser exigida como uma das condições para a obtenção de benefícios no processo.

Para o promotor de Justiça Delson Ferro, o mais importante é conscientizar os autores de infrações de trânsito. “A maior parte dos acidentes acontece por imprudência do condutor. Por meio da conversa, trabalhamos a reflexão e procuramos atingir o elemento humano do trânsito”, afirma.

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Projeto

O projeto é uma iniciativa pioneira da Promotoria de Justiça do Paranoá, que, desde 2010, recebe autores de infrações de trânsito de todo o Distrito Federal para participar do encontro. De forma descontraída, com discussões, vídeos e músicas, os participantes, com a ajuda de psicólogos, são levados a refletir sobre seus atos e a buscar uma mudança de comportamento.

Serviço

Encontro “Segurança no trânsito”

Data: 20 de março

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Horário: 8h30 às 12h

Local: Auditório da Sede do MPDFT

Inscrições: pelos telefones 3369 9224 e 3369 9226 ou pessoalmente, no dia do evento

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Com informações do MPDFT

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Mobilidade: Pirataria é combatida pelo Batalhão de Policiamento Rodoviário

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Um dos primeiros desafios dentro do quesito Mobilidade Urbana sempre foi o combate ao transporte clandestino, na linguagem popular, trata-se da pirataria

A pirataria que tomou de assalto as ruas de Brasília, traz consigo, grandes prejuízos ao atual sistema de transportes, vez que, os empresários do setor tem sempre várias justificativas para a formação de itinerários e horários a serem executados, ditados pelas ordens de serviços operacionais.

Sem o combate a pirataria os usuários de transportes públicos nunca terão seus direitos de ir e vir ao trabalho, sendo tratados com total
desleixo, causando até mesmo demissões por atraso.

Neste final de semana, parece que o roteiro deste filme começa a ser reescrito pela Polícia Militar do DF.

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Policiais militares do Batalhão de Policiamento Rodoviário abordaram uma van escolar que transportava irregularmente 22 passageiros do Jardim ABC (GO) à Rodoviária do Plano Piloto.

A abordagem foi por volta das 6h deste sábado (9), na DF 001 km 26, no Lago Sul. O motorista confessou que durante a semana realizava transporte escolar e nos finais de semana fazia o transporte pirata por R$ 5,00.
Foi lavrado um TCO por transporte irregular. Os passageiros tiveram seu valor restituído e embarcaram num ônibus regular.

Palmas para o Batalhão Rodoviário, que ao contrário do DER e Detran-DF não descansa no combate a pirataria. 

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