A desmobilidade continua…

” Em época eleitoral todos fizeram ou vão fazer!”

Quem está na gestão mente mais do que os que querem entrar, mas na realidade, não priorizam a mobilidade como fator preponderante na economia, sustentabilidade, saúde e até mesmo na segurança pública.

Este colunista chama a atenção porque na economia tem haver com os transportadores rodoviários de cargas, que a mais de século formaram o cartel e elegeram bancadas no Congresso Nacional juntamente com as industrias de pneus para se perpetuarem na modal de transportes rodoviários de cargas. Com isso, vem trazendo a total majoração de produtos e insumos,  chegando ao final no prato feito do brasileiro.

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Na sustentabilidade podemos apontar a predominância do petróleo e derivados que juntos além de não fazerem evoluir a tecnologia, vem influir frontalmente na reação da natureza através de seus destrutíveis poluentes.

Na educação, traz a mente dos iniciantes escolares a imagem da tão cansada locomotiva, que deve continuar como peça históricas nos poucos museus brasileiros.

Na saúde, a partir da poluição do ar que respiramos, temos através de nossos polos geradores de fluxo de trânsito, uma total influência nas doenças crônicas e cardiovasculares, desembarcando na área psiquiátrica devido as estressantes horas que perdemos nos congestionamentos e bloqueios em nossas rodovias e avenidas e ruas urbanas.

Na segurança pública, podemos constatar que o trânsito parado é um frequente atrativo para os assaltos e sequestros nas zonas urbanas, bem como nas rodovias com quilométricos engarrafamentos.

Como podemos comparar e concluirmos, aí estão os mais importantes motivos para discutimos a urgente inclusão da inter-modalidade dos transportes na cartilha eleitoral de todos os candidatos e gestores públicos federativos. Agora mesmo em recente movimento dos transportadores rodoviários de carga, através dos caminhoneiros, os brasileiros assistiram atônitos o país parar. Tendo como consequências, seres humanos vindo a óbito por falta de oxigênio, medicamentos e atendimentos em prontos socorros. Além disso, a ausência de alimentos nas prateleiras dos hiper e supermercados.

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Como você pode perceber, tudo foi motivo para a majoração total em nossa economia e geração de emprego e renda.

Nesse período decisivo da urnas, é preciso buscarmos uma definição nas políticas públicas de transportes, somente com uma avaliação das chamadas plataformas eleitorais para se chegar ao modelo ideal para o direito de ir e vir, mesmo porque, na questão de mobilidade urbana nossa constituição está muito ultrapassada .

Pelo visto, você já percebeu o quanto a mobilidade é importante na regência de um país!

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