Motoristas de UBER fazem greve mundial por aumento de participação na tarifa

A paralisação afetou, parcialmente, os serviços do aplicativo nos principais países que a empresa atua

O fato – Durante  24h, motoristas que trabalham com o UBER desligaram o app e fizeram a primeira greve global contra uma empresa de aplicativo. A adesão foi parcial. Aqui no Brasil, o movimento foi engrossado pelos motoristas do 99 app.

A Notícia – A paralisação no Brasil teve como  pauta de reivindicação: aumento nas tarifas para os passageiros; redução da taxa cobrada pelo Uber, que é de 25 a 40%; informação do destino do passageiro antes da aceitação da corrida; locais para estacionar e redução no preço do combustível.

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Porque o assunto é importante: A empresa afirmou que respeita a liberdade de expressão dos motoristas. Contudo, parte das reivindicações afetaria a competitividade do serviço em relação aos táxis tradicionais. Por outro lado, os ganhos bilionários da empresa contrastam o pouco que os motoristas recebem. É primeira vez que trabalhadores contratados como autônomos por uma gigante da tecnologia fazem uma greve global. É diferente dos protestos que os funcionários do Google e do UBER já fizeram, no ano passado, denunciando assédio nas sedes das empresas. Agora são os trabalhadores – que ‘nasceram’ com o aplicativo de carro compartilhado – que se organizam por questões econômicas. É um novo tipo de relação de trabalho, muito  além das fronteiras dos países. Bem vindos ao futuro.

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