Facebook tem cara nova. Messenger, Instagram e Whatsapp são integrados em versão para desktop

Facebook também abrirá arquivos para confirmar se dados vazados mudam resultados eleitorais

Cara nova para problemas antigos

O fato –  Além da confirmação das mudanças na plataforma, o Facebook anunciou que mais de 60 pesquisadores de 30 instituições terão acesso a dados de usuários para estudar seu impacto nas eleições e como a plataforma é usada por anunciantes e editores.

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A notícia – A empresa permitirá que acadêmicos verifiquem a quais sites seus usuários estiveram vinculados de janeiro de 2017 a fevereiro de 2019. O que significa que os dados do período da eleição de Trump (escândalo da Cambridge Analityca) e do Brexit no Reino Unido ficarão de fora do estudo.

Porque isso é importante Os pesquisadores foram escolhidos pela ONG americana Social Science Research Council. Em seu blog, o Facebook anunciou que usará técnicas para garantir  que o conjunto de dados não seja usado para identificar indivíduos (o provocaria novo escândalo). Embora seja uma omissão grosseira de Zuckerberg (sonegar os dados anteriores às eleições americanas e ao plebiscito do Reino Unido), serão colocados à disposição dados de pelo menos 1,6 bilhões de pessoas (mais gente que a população da China). Informações que nas mãos de poucos representam um perigo. O estudo revelará padrões de comportamento nunca antes explorados na história. Padrões tão específicos que dariam um enorme poder de manipulação de opinião pública.  

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