Facebook discriminaria raça, cor e religião ao publicar anúncios de imóveis

Departamento de Habitação americano cobrou explicações sobre software que permite a anunciantes excluir do  alcance publicitário grupos étnicos como afro-americanos, hispânicos ou asiático-americanos

O Fato – O órgão americano responsável pela Habitação e Desenvolvimento Urbano afirmou que o Facebook está infringindo a lei ao permitir que os anúncios de moradia sejam segmentados por hábitos culturais e costumes étnicos.

A Notícia – O Facebook, na semana passada, afirmou ter mudado seu algoritmo para impedir que as mulheres fossem excluídas do alcance de anúncios de empregos. Desta vez, a questão são os filtros que permitem ao locador da  casa, por exemplo, escolher não anunciar para quem tem cultiva “moda Hijab (muçulmana)”,cultura hispânica ou africana.

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Porque isso é importante – A empresa disse estar surpresa com as novas acusações. Já que,  na semana passada, gastou US 5 milhões para atender a reivindicação da União Americana pelos Direitos Civis (ACLU) e alterar a programação que tirava as mulheres do alcance de anúncios de emprego.  Agora o litígio envolve anúncios para moradias. A agência Pro Pública, que monitora o alcance publicitário na internet, revelou em 2016 que o software do Facebook poderia ser usado como reforço discriminatório. A empresa quer alterar em um ano toda sua política de anúncios.  O desafio será manter a ferramenta de filtros de microtargeting, sem incentivar a discriminação por cor, credo, raça ou religião.

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