Dono do Facebook quer privacidade como modelo negócio

Mark Zuckerberg quer focar na privacidade para as redes sociais e pensa em unir a operação do WhatsApp, Instagram,  Messenger e até SMS

O Fato –  No ensaio com o título Uma Visão Focada na Privacidade para as Redes Sociais, Zuckerberg admite que, hoje, não tem “uma reputação forte de construir serviços de proteção de privacidade” e que por isso quer criptografar (codificar) as mensagens e  fazer com que WhatsApp, Instagram e Messenger possam ser operados conjuntamente por meio de nova plataforma.

A Notícia – O Facebook ganhou dinheiro porque descobriu como usar a privacidade no marketing. Seu negócio é “vender” privacidade. De modo que os especialistas vêem com  desconfiança este movimento, apesar dele ter afirmado que não deixará banco de dados disponível para acesso de governos e que reforçará a criptografia das mensagens.  Alguns acreditam que após lucrar com a privacidade de seus usuários, Zuckerberg use o tema como álibi para fechar os dados das suas plataformas a empresas e governos. Outros especulam que ele prepara a nova plataforma para lucrar com  sistema financeiro.

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Porque isso importa –  O Facebook é uma empresa que arrecadou mais de US$ 55 bilhões em receita publicitária  no ano passado, com uma margem de lucro de 45%. Isso faz com que seja um dos empreendimentos comerciais mais rentáveis ​​da história. Até hoje, esse modelo de venda e arrecadação não foi aberto. O   Facebook funcionará conjuntamente com a nova “plataforma de compartilhamento privado”: ou seja, compartilhamentos de mensagens para grupos selecionados dos três maiores sistemas de mensagens do mundo. Um oligopólio com certeza.

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