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Celular dobrável da Samsung já tem data para entrar no mercado

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O Galaxy Fold da Samsung é o segundo do gênero e marca tendência liderada pelas fabricantes asiáticas de mudar o hardware do smartphone

O Fato –  A marca anunciou que o dispositivo dobrável estará disponível para consumo no dia 26 de abril.  Sairá pelo preço salgado de U$2 mil. Aberta a tela de 7,3 polegadas tem resolução de 2152 X 1536. Fechada mede 4,6  polegadas.

A Notícia – “Para aqueles que pensam que viram tudo, digo, apertem o cinto de segurança, o futuro está prestes a começar”, disse DJ Koh, chefe do setor de telefonia móvel da Samsung, durante o lançamento do produto. O Galaxy Fold vem  na cola do Flexpai lançado pela concorrente Royole no mercado americano em janeiro como o primeiro smartphone dobrável do mundo. Apesar da comparação, o Galaxy Fold é capaz de se dobrar para dentro e não para fora como ocorre com o Flexpai; além disso, ele fica totalmente plano: uma inovação. Vem com 6 câmeras e 512 GB de armazenamento.  

Porque isso importa –   A Huawei e a Xiaomi, também, deverão  anunciar nos próximos meses seus dispositivos dobráveis.  Apesar do entusiasmo, o site especializado The Verge avalia se a tendência asiática dará certo, uma vez que a mudança de padrão de uso ainda não foi testada pelos consumidores ocidentais. Os tablets que viram notebooks (e vice versa) nunca decolaram  na preferência dos consumidores. Mas os novos dobráveis são um conceito multitelas completamente diferente e para poucos. Não há previsão  quando chegará ao Brasil.

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Tecnologia: como tem mudado o consumo no Brasil

O mundo se altera com o tempo e os brasileiros têm se adaptados às novas dinâmicas do mundo. Saiba como a tecnologia está mudando o consumo no Brasil.

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Tecnologia

A evolução do mundo eletrônico e tecnológico tem se alterado ao longo das últimas décadas e, com o passar dos anos, notamos que vão sucedendo alterações também em nossos hábitos e nossas vidas.

Desde há algumas décadas, uma alteração que vimos assistindo é no mundo do varejo, sendo que as lojas e marcas que conhecemos estão tendendo a integrar também o universo virtual e que muitas outras vão surgindo.

A dinâmica econômica brasileira tem motivado, também, o aparecimento de variadas lojas online. A complexa realidade financeira do país tem feito com que pessoas como você busquem alternativas e oportunidades online.

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Existem várias formas de trabalhar usando a Internet mas, como podemos verificar com base nos números e porcentagens nacionais, o comércio eletrônico é um dos setores prediletos dos empreendedores brasileiros. Na verdade, o e-commerce de dropshipping é o que mais atrai esses trabalhadores da web (e existem vários motivos para que assim suceda).

Um dos principais fatores a gerar todo esse interesse dos empreendedores no mercado do comércio eletrônico é o grande número de consumidores que está preferindo comprar em sites em vez de ir nas lojas.

Na verdade, nos últimos anos, tem-se sentido, no Brasil, este crescendo no desejo das pessoas comprarem online, pela simplicidade do processo (que é cada vez maior) e também pelos preços (usualmente mais baixos).

Compreender como a tecnologia está mudando o consumo no Brasil é muito importante para quem trabalha no setor comercial e também para o próprio consumidor.

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Venha saber mais sobre essa temática.

1. A migração das marcas para o meio online

Um dos grandes motivadores do consumo online, ao longo dos anos, tem sido a forma como grandes marcas, bem conhecidas do povo internacional e brasileiro, têm se rendido às novas dinâmicas tecnológicas.

Mais do que simplesmente criarem espaços online, que garantem sua presença digital, as marcas têm promovido esse tipo de consumo com vários aplicativos e ações promocionais, que tentam cativar consumidores, com ofertas exclusivas do online.

Motivados pela qualidade, pela simplicidade na realização dos pedidos e nos pagamentos e também pelas promoções e preços praticados, os brasileiros começaram, aos pouquinhos, a se render a essa nova forma de comprar os seus produtos.

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Ao longo dos anos, o Brasil se tornaria, inclusive, um dos maiores consumidores online de produtos tecnológicos.

2. A necessidade do celular

Algo que podemos considerar quase intrínseco ao povo brasileiro, nesse momento, é o uso do celular.

O celular é, na atualidade, quase uma extensão do próprio braço do brasileiro, sendo um pedaço de tecnologia sempre à mão e que é usado para quase tudo no seu cotidiano.

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As compras online também foram motivadas pelo uso do celular, já que este veio permitir que o consumo online fosse feito em qualquer local e a qualquer hora, com um acesso contínuo e permanente às melhores promoções.

Aproveitando esse contato tão direto com o celular, muitas empresas começaram até a notificar, por email ou pop-up mesmo, sobre promoções incríveis (e por vezes personalizadas) que acabam gerando consumo digital.

3. Comércio eletrônico em tempo de pandemia

A necessidade de confinamento gerada pelo aparecimento do Coronavírus no Brasil não criou um novo hábito de consumo mas veio acentuar a tendência a que já vínhamos assistindo para a digitalização do comércio no país e a preferência pelo comércio eletrônico.

Fechados em suas casas, os brasileiros começaram a sentir a necessidade de fazer suas compras de outras formas e, como é evidente, a forma mais imediata e simples de continuar consumindo sem sair de casa é através do uso da Internet e das lojas online.

A procura pelos artigos online e o recurso a estafetas e a entregas no domicílio foi crescente durante o tempo da pandemia e fez com que se reforçasse a grande tendência para o consumo digital no país.

4. O papel dos influenciadores

Todo o brasileiro já ouviu falar dos influencers e as porcentagens dos estudos mais recentes nos dizem que pelo menos metade da população segue algum desses influenciadores numa rede social ou no Youtube.

Essas pessoas estão, também, exercendo um papel bem importante na alteração dos hábitos do consumo brasileiro, já que se tratam de celebridades online que testam, aprovam e recomendam alguns produtos.

Muitas das pessoas que buscam os conteúdos desse tipo de influenciador estão já buscando o seu aconselhamento, pelo que é de forma natural que o mesmo acaba se transformando num aumento de vendas de produtos online.

Sabendo isso, as marcas estão investindo e apostando fortemente nesse tipo de marketing, que chega nas pessoas de uma forma mais direta e tem um maior impacto nas decisões tomadas pelos consumidores.

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Internacional

Videogame ‘Call of Duty’ gera polêmica na Rússia

Editado pela empresa americana Activision, “Call of Duty: Modern Warfare” é a novidade do videogame mais vendida em 2019 no mundo

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O lançamento do famoso jogo de guerra “Call of Duty” gerou polêmica nesta quarta-feira (30) na Rússia, onde é acusado de manchar a imagem do exército russo em um cenário que recorda fortemente a Síria.

Editado pela empresa americana Activision, “Call of Duty: Modern Warfare” é a novidade do videogame mais vendida em 2019 no mundo.

No entanto, desde a publicação de seu trailer em maio, tem sido alvo de críticas da mídia e dos usuários na Rússia, que o acusam de “russofobia”.

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No modo “solo”, o jogador encarna principalmente uma menina, Farah, que testemunha o assassinato de seu pai por um soldado russo no Urziquistão, um país imaginário do Oriente Médio.

Depois de vingar o pai, a jovem lidera uma rebelião contra a ocupação russa. Outras cenas do jogo mostram militares russos executando ou bombardeando civis.

O mundo do jogo lembra fortemente a Síria, onde Moscou enviou bombardeios desde 2015, em auxílio ao governo de Bashar Al-Assad.

Desde o seu lançamento, o jogo recebeu muitas críticas no site Metacritic, diminuindo sua classificação. Muitos comentários, em russo e inglês, acusam-no de “propaganda antirrussa”.

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“Precisa ser um verdadeiro monstro para jogar um jogo abertamente criminoso no qual se diz em preto e branco que os soldados russos são terroristas”, tuitou um influente jogador profissional na Rússia, Ilia Davydov, também conhecido como Ilia Maddyson, que anunciou que boicotaria o novo episódio.

“O editor prometeu dizer que a guerra é ruim, mas o que ele diz finalmente é que os russos são ruins”, declarou ao canal privado Ren-Tv.

Diante do escândalo, a Sony decidiu na semana não oferecer o episódio à venda na Rússia para seu console Playstation 4. No entanto, o jogo está disponível nos PCs da Microsoft e no Xbox One.

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A série “Call of Duty” foi criticada por sua visão heroica da guerra travada pelos exércitos ocidentais e este último episódio foi elogiado em alguns setores por mostrar o sofrimento de vítimas civis.

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Política e Brasil

Especialista diz que não há “solução mágica” contra fake news

O uso do termo desinformação, segundo a professora, é mais preciso do que fake news, nome apropriado por alguns políticos e seus apoiadores para desvalorizar notícias que os desagradam

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Como é possível combater a desinformação, também conhecida como notícias falsas (ou fake news, no termo popularizado em inglês)?

Na avaliação da professora e diretora do grupo de especialistas em desinformação da Comissão Europeia – órgão executivo da União Europeia, Madeleine de Cock Buning, não há apenas uma solução que dê conta do problema.

“Não há bala de prata. É um problema com várias faces. E tem que ter uma solução multidimensional. O nosso trabalho é definir o escopo do problema e formular recomendações”, disse.

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Madeleine participou hoje, em São Paulo, da conferência de abertura do Seminário Internet, Desinformação e Democracia, promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), órgão multissetorial que organiza endereços da web no país e indica diretrizes sobre a rede. O evento dá continuidade a um debate iniciado no ano passado sobre práticas para para conter o fenômeno da desinformação na internet.

O uso do termo desinformação, segundo a professora, é mais preciso do que fake news, nome apropriado por alguns políticos e seus apoiadores para desvalorizar notícias que os desagradam. “Nosso trabalho é definir o escopo do problema e formular recomendações”, afirmou.

Segundo a coordenadora, o grupo elaborou um relatório com recomendações sobre o tema. “É preciso ter uma abordagem em diferentes dimensões, fazer pesquisas para compreender o fenômeno e monitorar sua evolução. Isso inclui entender porque as pessoas gostam e compartilham notícias falsas e qual o impacto disso na vida política, como em eleições.”

O relatório sugere que as plataformas digitais adotem medidas para dar mais transparência à sua operação, mostrando como funcionam sistemas, algoritmos responsáveis pela escolha dos conteúdos, recomendações de vídeos, textos e imagens a cada usuário. “As plataformas não são transparentes sobre seus algoritmos. Somos deixados no escuro sobre o funcionamento desses sistemas”, ressaltou a professora.

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O documento elaborado pelo grupo da União Europeia indica que a desinformação não será combatida se não houver um ambiente plural e diverso, com diferentes fontes de informação disponíveis aos cidadãos. A promoção passa pelo empoderamento, tanto dos jornalistas e veículos profissionais de notícias, quanto dos próprios usuários. Iniciativas de formação – “alfabetização midiática” – fundamentais para que as pessoas tenham uma postura mais crítica,  não acreditem ou não repassem as mensagens automaticamente.

Para Madeleine, a disseminação de notícias falsas está vinculada à desconfiança no conjunto das instituições, gerando um desinteresse no que elas apresentam como verdade. “Em muitos casos, pessoas preferem acreditar naquilo que confirma suas opiniões, evitando posições críticas.”

Código de práticas

O grupo elaborou um código de práticas para plataformas digitais como Facebook, Google, Twitter e Amazon, baseado em uma série de princípios que definem atitudes que as companhias devem adotar.

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Algumas das práticas indicadas são as seguintes:

– adaptar suas políticas de publicidade, incluindo e identificando incentivos monetários à difusão de desinformação e avaliando formas de diminuir esses mecanismo

– garantir transparência e formas de fiscalização pública sobre seu funcionamento e maneira como gerem o conteúdo de seus usuários

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– distinguir claramente o conteúdo, patrocinado e não pago, publicado pelos usuários.

– permitir o acesso a dados do que ocorre no seu interior e das mensagens difundidas para projetos de checagem de fatos e pesquisadores acadêmicos.

– disponibilizar aos usuários configurações para empoderá-los de modo a definir como desejam o fluxo de informações em suas linhas do tempo, personalizando sua experiência nesses ambientes.

– melhorar a visibilidade de notícias precisas e confiáveis e facilitar o acesso dos usuários a essas reportagens.

– colocar, junto a notícias de grande visibilidade na plataforma, sugestões de conteúdos relacionados que permitam outras perspectivas sobre um determinado fato

– prover ferramentas amigáveis para permitir aos usuários estabelecer links com checadores de fatos de modo a conferir se há questionamento sobre as publicações que recebe

– nas políticas de identificação de notícias apontadas como falsas (flagging, no termo em inglês), implantar salvaguardas para evitar abusos por usuários

– fornecer dados relevantes sobre a operação de seus serviços para pesquisadores independentes

Implantação

Mandeleine explicou que após a conclusão do documento, em 2018, teve início um diálogo com as plataformas de modo a criar um “plano de ação” voltado para colocar em prática as recomendações formuladas.

Para além das medidas de auto-regulação das plataformas, a União Europeia aprovou, nos últimos anos, regulações importantes como o Regulamento Geral de Proteção de Dados e as novas diretivas de serviços audiovisuais e de direito de autor.

A especialista afirmou que, nas eleições para o Parlamento Europeu deste ano, não houve grandes ondas de desinformação. Segundo Madeleine, a implementação das recomendações vem sendo avaliada. Caso as medidas adotadas pelas plataformas não sejam suficientes, outras respostas mais fortes podem ser adotadas. “Mas este ainda não é o caso”, concluiu.

Com informações da Agência Brasil

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Política e Brasil

Lista do Não Me Perturbe já tem cerca de 1,5 milhão de inscritos

Serviço bloqueia ligações indesejadas de telemarketing

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O site Não me Perturbe já tem cerca de 1,5 milhão de pedidos de bloqueio de ligações indesejadas de serviços de telecomunicações. A iniciativa é das operadoras de telecomunicações e atende a uma determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). 

O site é um canal no qual podem se cadastrar pessoas que não desejam mais receber chamadas de telemarketing dos serviços de telefonia, de dados e de TV paga. Para deixar de receber essas chamadas, o consumidor deve preencher o formulário de inscrição na plataforma. 

A suspensão das chamadas pelas empresas de telecomunicações ocorrerá em até 30 dias, contados da data do cadastramento. A lista é única e agrega as principais empresas do setor: Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, TIM e Vivo. 

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Segundo a Anatel, se uma pessoa solicitar a sua inclusão na lista do Não me Perturbe e continuar recebendo ligações de oferta de bens e serviços de telecomunicações, pode ligar para o número 1331 e fazer uma reclamação. As sanções podem variar de advertência a multa de até R$ 50 milhões.

Reclamações

De acordo com a agência reguladora, de janeiro de 2016 a junho de 2019, foram registradas 86.493 reclamações referentes a ligações indesejadas. Segundo a Anatel, a lista do Não me perturbe vale para todo o Brasil e não substitui os cadastros geridos por Procons em algumas Unidades da Federação.

Com informações da Agência Brasil

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Política e Brasil

Procon notifica FaceApp, Apple e Google

O app, sucesso nas redes sociais, simula faces em idades avançadas

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A Fundação Procon de São Paulo notificou hoje (18) o aplicativo FaceApp e as empresas Apple e Google, proprietárias das lojas virtuais que disponibilizam o aplicativo. De acordo com o Procon, as empresas deverão esclarecer a a políticas de coleta, armazenamento e uso dos dados dos consumidores que utilizam o aplicativo de celular.

“Informações divulgadas na imprensa afirmam que a licença para uso do aplicativo contém cláusula que autoriza a empresa a coletar e compartilhar imagens e dados do consumidor, sem explicar de que forma, por quanto tempo e como serão usados. E ainda, essas permissões não estão disponíveis em língua portuguesa”, destacou a entidade em nota.

O FaceApp, disponível nas lojas de aplicativos Play Store (para o sistema operacional Android, da Google) e Apple Store (para o sistema operacional iOS), virou febre nas redes sociais. O aplicativo faz edição e aplicação de filtros em imagens, como a simulação das faces em idades mais avançadas ou em outros gêneros. 

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O programa é anunciado como uma ferramenta para melhorar fotos e criar simulações por meio de filtros. Especialistas apontam que o aplicativo pode trazer uma série de riscos à privacidade do usuário e viola a legislação brasileira ao afirmar que poderá ser regido por leis de outros países.

Com informações da Agência Brasil

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Política e Brasil

Aplicativos e prefeitura selam pacto pela segurança no trânsito

Serão criadas campanhas educativas e de segurança direcionadas aos entregadores, coordenadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), sobre medidas para segurança no trânsito

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A Prefeitura de São Paulo,  por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT)  assinou, nesta quinta-feira (18) , termo de cooperação com as empresas brasileiras de entrega por aplicativo iFood e Loggi, com foco em medidas de segurança voltadas para os motociclistas que atuam nessas plataformas.

“A prefeitura vem discutindo, desde o início do ano, uma forma de as empresas que trabalham com aplicativos continuarem crescendo mas respeitando a vida, pois tivemos aumento no número de mortes de usuários de motos em São Paulo. Elas concordaram em assinar acordo com a prefeitura para que não haja mais bonificação por número de entregas, pois estimula o desrespeito às leis de trânsito. Vamos promover campanhas com a CET para orientar melhor os entregadores”, disse o prefeito Bruno Covas.

Segundo o prefeito, por enquanto não haverá sanção ou multa, mas ele pede a conscientização da população. “Por enquanto não há nenhuma perspectiva de multa em relação às outras, o que a gente espera agora, por parte da população, é uma sanção àquelas empresas que estimulam a morte, que desrespeitam a vida e que as pessoas possam utilizar os aplicativos que querem o crescimento, mas que também pensam no bem principal que é vida”, sugeriu o prefeito esta manhã durante a assinatura do Programa de Combate ao Desperdício e à Perda de Alimentos. Os aplicativos de entrega estudam formas de bonificar os motociclistas que mantenham boas práticas de conduta no trânsito. 

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A iniciativa é resultado de diversas reuniões da atual gestão com representantes de empresas por aplicativos. As reuniões com a Secretaria de Mobilidade e Transportes aconteceram com as principais empresas do segmento, mas somente iFood e Loggi aceitaram assinar o termo de compromisso com a segurança no trânsito, dando início ao processo de conscientização.

Serão criadas campanhas educativas e de segurança direcionadas aos entregadores, coordenadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que conscientizem sobre medidas fundamentais para segurança no trânsito.

Segundo o prefeito, as tratativas continuam no sentido de encontrar uma melhor forma de bonificação aos motoristas. “Estamos buscando junto com elas, em especial as duas que assinaram, uma forma de bonificação não por entrega, mas por respeito à lei de trânsito, estimular o bom profissional para que ele possa receber mais pela sua atividade, é esse novo desafio que agora a gente vai discutir com esses aplicativos.” 

Entre as principais ações, destaca-se uma parceria para realização e divulgação de cursos de direção defensiva e pilotagem segura para motociclistas que atuam pelos aplicativos. Os treinamentos serão oferecidos pelo Centro de Treinamento e Educação de Trânsito da CET( CETET), que mantém esse serviço gratuitamente desde 1999.

Também está prevista a criação de um grupo de trabalho para dar continuidade a essas discussões e desenvolver ações com foco em segurança. As medidas devem beneficiar cerca de 60 mil motociclistas que atuam nessas plataformas.

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A SMT,  por exemplo, proibiu recentemente a circulação de motos na pista expressa da Marginal Pinheiros, no sentido Castello Branco. Também  criou, no fim de 2018, a Câmara Temática de Motocicleta, que realiza reuniões mensais.

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Aplicativo da PCDF, e-Identidade está disponível para Android

A ferramenta foi feita a custo zero e é válida como documento oficial em todo o território nacional

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O aplicativo e-Identidade foi liberado para usuários de smartphones Android. A ferramenta digital elaborada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para acessar as informações disponíveis na nova Carteira de Identidade é inédito no Brasil.

Ela facilita e otimiza o alcance seguro aos dados do brasiliense, reduzindo a necessidade de portá-los individualmente e a consequente chance de perda ou extravio, além de combater fraudes. Em menos de uma semana mais de cem downloads foram realizados no Google Play, sistema de distribuição digital desenvolvido pela gigante californiana de serviços online.

A ferramenta foi feita a custo zero e é válida como documento oficial em todo o território nacional. Ela reúne informações como CPF, Título de Eleitor, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), NIS/PIS/PASEP, Certidão Militar, Identidade Profissional, Cartão Nacional de Saúde (CNS) e Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Usuários da plataforma iOS também terão o aplicativo liberado para uso em breve.

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Em junho, quando a novidade foi anunciada pela PCDF, o diretor-geral da corporação valorizou a inovação.

“Somos a primeira corporação a lançar esse sistema que trará mais confiabilidade. Entendemos que também poderá gerar benefício a comerciantes, lojistas, bancos que poderão, inclusive, usar o aplicativo para conferir e verificar se aquela pessoa é a que tenta pleitear um crédito, servido”, destacou Robson Cândido da Silva.

“É um sistema que vai praticamente acabar com as fraudes. Um estelionatário que usa identidade falsa será flagrado pelo e-Identidade”, acrescentou o dirigente.

Como funciona

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As pessoas vão baixar o aplicativo e fazer um cadastro inicial que pode ser feito com biometria ou senha. Número de identidade, CPF, nome e e-mail são os dados básicos para configuração, que serão autenticados pela corporação a partir do códigos tipográficos constantes nas novas identidades.

Após esse procedimento são inseridas informações da nova identidade, que tem todos os elementos constantes na cédula e assinatura. A ferramenta será disponível para aqueles que tiveram o documento emitido a partir de 1º de julho de 2018, com código QR único.

Na interface do sistema, há telefones, endereços e localizações de unidades policiais mais próximas e contatos úteis. Em breve serão acrescentados outros serviços, como possibilidade de solicitar segunda via e certidão de antecedentes criminais.

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Com informações da Agência Brasília

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Antibióticos atuais estão perdendo a eficácia

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Nobel de Química: ‘sem nova geração de medicamentos, pessoas viverão menos’

O Fato – Os microorganismos resistentes são a nova ameaça da humanidade. São o motivo da morte de 33 mil pessoas por ano, apenas na Europa.

A notícia – Os números foram revelados pela prêmio Nobel de Química Ada Yonath, em entrevista ao jornal El País. De acordo com a cientista,  em cerca de 40% das mortes, as bactérias letais eram imunes aos antibióticos mais recentes.

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Porque isso importa – Yonath afirma que se os laboratórios não abordarem o combate às bactérias de modo diferente do atual, a expectativa de vida voltará aos 50 anos de idade, como foi no passado. Para ela, o caminho é desenvolver antibióticos específicos para cada moléstia. É difícil, pois as bactérias  encontram outra forma de sobreviver. “Os laboratórios não querem sintetizar novos antibióticos, porque são muito caros de fabricar”, afirmou.

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Países fazem pacto sobre a implantação da Inteligência Artificial

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O anúncio foi feito no âmbito da OCDE, em Paris. China não foi convidada

O fato: A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a coalizão de países dedicada à promoção do desenvolvimento econômico, anunciou cinco princípios para o desenvolvimento e a implantação de inteligência artificial.

A notícia: A OCDE não inclui a China  e o pacto firmado pelo grupo não contempla os avanços naquele país, mas estabelece os seguintes princípios:

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  1. A IA deve beneficiar as pessoas e o planeta.
  2. Os sistemas de IA devem respeitar o estado de direito, os direitos humanos, os valores e a diversidade democráticos e devem prever a intervenção humana quando necessário.
  3. Deve haver transparência e divulgação em torno dos sistemas para garantir que as pessoas entendam os resultados baseados em IA e possam desafiá-los.
  4. Os sistemas de IA devem funcionar de maneira robusta e segura com permanente gestão de riscos.
  5. Organizações e indivíduos que desenvolvem, implantam ou operam sistemas de IA devem ser responsabilizados por seu funcionamento de acordo com os princípios acima.

Porque isso é importante: Você ainda não se deu conta, mas a intermediação humana em operações repetitivas vai desaparecer. As máquinas com IA vão atendê-lo para o bem ou para o mal.

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O Google usa o Gmail para rastrear tudo o que você compra online

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Empresa usa recibos de compra armazenados no Gmail

O Fato – O Google está monitorando todas as suas compras online rastreando os recibos enviados por e-mail para sua conta do Gmail.

A notícia – As informações são reunidas na página de histórico de compras. O recurso se tornou público há cerca de seis meses com a atualização do Assistente do Google. Porém, a lista de compras reúne também aquelas feitas fora do Google, incluindo tudo o que você adquiriu online ao longo dos anos: assinaturas de jornais, compras de filmes, músicas e qualquer item comprado cujo recibo tenha sido  enviado para uma conta do Gmail.

Porque isso importa –  A empresa garante que não explora as informações para oferecer anúncios de produtos que você costuma consumir, embora muita gente relate o contrário.  Existe uma opção para “remover compra”, em configurações do Gmail, mas a limpeza do item exige a exclusão do e-mail que originou o registro. É uma dor de cabeça.

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Onde você mora – Outro sinal de invasão à privacidade veio na semana passada com o anúncio da nova versão do Google Shopping. Agora, o buscador informa que existe o produto procurado, também, nos sites dos concorrentes localizados próximos ao seu endereço, desde que você concorde em fornecer sua localização. Ou seja, o Google não dá ponto sem nó. A notícia é do site ZDNET.

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