Volkswagen entra na briga dos SUVs compactos e apresenta o T-Cross, no Brasil

T-Cross. Foto: Volkswagen/Divulgação

Modelo será a estrela da marca no Salão de São Paulo e chega às lojas no início de 2019 para buscar liderança do segmento. Estreia mundial ocorreu em eventos no Brasil, Holanda e Ásia

Após mostrar o carro camuflado e divulgar vários teasers, a Volkswagen finalmente apresentou a versão de produção do T-Cross, que chega para brigar com Jeep Renegade, Honda HR-V, Ford EcoSport e Nissan Kicks. O 1ª SUV compacto da montadora foi exibido em eventos no Brasil, na Holanda e na Ásia nesta quinta-feira (25).

No entanto, os modelos são diferentes para cada mercado, e a versão nacional será produzida na fábrica de São José dos Pinhais (PR). Sua primeira aparição para o público vai ser no Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece entre os dias 8 e 18 de novembro. As vendas só começarão no início do ano que vem.

T-Cross. Foto: Volkswagen/Divulgação
T-Cross. Foto: Volkswagen/Divulgação
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Os preços permanecem em segredo, mas a fabricante promete valores que acompanhem a concorrência – especialmente para as versões 1.0 turbo, com IPI menor.

Como é o T-Cross

A versão nacional é maior do que a europeia. São 4,20 metros de comprimento, contra 4,11m do carro que será vendido na Europa.

Veja as medidas do Volkswagen T-Cross para o Brasil. Foto: Volkswagen/Divulgação
Veja as medidas do Volkswagen T-Cross para o Brasil. Foto: Volkswagen/Divulgação

O entre-eixos é o mesmo do sedã Virtus, de 2,65 m. Isso porque os dois modelos utilizam a mesma plataforma, chamada de MQB A0, comum também a Polo, Golf e Jetta.

Na aparência, o T-Cross brasileiro tem pequenas, mas notáveis alterações em relação ao europeu. Os para-choques têm maior quantidade de plástico sem pintura, as rodas são menores e com desenho exclusivo, enquanto as lanternas têm arranjo interno diferente e mais simples.

O interior da versão brasileira é diferente da versão europeia, que segue o mesmo padrão visto em outros modelo nacionais, como o Polo.

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O porta-malas do T-Cross terá entre 373 litros e 420 l, de acordo com a posição do banco traseiro.

Comparando com os grandes rivais, Honda HR-V, Jeep Renegade, Nissan Kicks e Hyundai Creta, o T-Cross tem carroceria mais curta e porta-malas menor. Só que promete maior espaço para os ocupantes.

A marca pretende emplacar entre 5 mil e 6 mil unidades mensais do modelo, com a ambição de chegar à liderança.

Para reforçar as vendas, o T-Cross terá ainda uma configuração voltada ao público PCD (Pessoas com Deficiência), abaixo de R$ 70 mil, de acordo com a lei que prevê descontos de IPI e ICMS. Esta, porém, não chegará logo no início das vendas.

Além disso, a Volks promete uma lista de equipamentos recheada. Veja abaixo alguns itens que o SUV compacto vai oferecer.

  • 6 airbags (2 dianteiros obrigatórios mais 2 laterais e 2 do tipo “cortina”)
  • controle de estabilidade (que será exigido de carros inéditos a partir de 2020)
  • freios a disco nas 4 rodas

Inicialmente, a marca apresentou apenas a configuração topo de linha, Highline, com motor 1.4 turbo equipada com todos os opcionais disponíveis. A relação mudará de acordo com as outras versões.

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Veja alguns dos equipamentos:

  •  ar-condicionado digital
  • partida com botão
  • faróis de LED
  • LEDs diurnos (DRL)
  • teto solar panorâmico
  • rodas de 16 ou 17 polegadas
  • assistente de estacionamento
  • sensor dianteiro e traseiro de estacionamento
  • alerta de fadiga do motorista
  • sistema de som da marca Beats
  • saídas de ar traseiras
  • 4 entradas USB
  • seletor de modo de condução
  • start stop (só no 1.4, desligando o motor em paradas temporárias)
  • central multimídia de 8 polegadas (opcional)
  • virtual cockpit (opcional)

Cores da carroceria: branco, preto, prata, cinza, vermelho, bronze, laranja e azul.

Vai de turbo

O T-Cross nacional será vendido com duas motorizações, sempre com turbo. O 1.0 de 3 cilindros e 128 cavalos já é conhecida, e está presente em Polo, Virtus e Golf. Também é uma 1.4 de 150 cv, disponível também no Golf, Tiguan e Jetta.

As duas opções são casadas com um câmbio automático de 6 marchas, e inicialmente não há opção de tração integral.

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