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“Prova disputada até as últimas voltas”

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24 Horas de Daytona

Uma das mais tradicionais provas do automobilismo mundial, aconteceu neste final de semana em Daytona Beach na Flórida.
O moderníssimo Daytona Speedway recebeu a “Rolex at Daytona” que é uma prova de ENDURANCE de carros tipo protótipos e Grand GT, com 24 horas de duração.

A tradicional prova acontece desde 1962, porem somente em 1966  começou a ser praticada no formato de 24 horas, os seus primeiros vencedores foram os pilotos Ken Mile e Lloyd Ruby,  pilotando um Ford GT40.

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A Porsche foi a montadora com maior número de vitória, seguido por Ferrari, Ford e Lexus.

O piloto com maior números de vitória foi Hurley Haywood; E na era atual o piloto colombiano Juan Pablo Montoya, inclusive um dos poucos a faturar a prova por dois anos consecutivos em 2007 e 2008.
Já em 2017 os carros favoritos eram o protótipo americano da Cadillac e Ford GT na Grand Turismo.

O Brasil foi representado por Ozzy Negri, Augusto Farfus, Christian Fittipaldi, Bruno Senna, Pipo Derani e Tony Kanaan.
Com 55 carros no grid, divididos por 12 protótipos na classe P, 5 na LMOC, 11 GTLM e 27 carros na GTD, foi o primeiro ano de disputas dos novos protótipos LMP2 e DPi que se enfrentaram na mesma categoria.

A categoria GTLM aonde correm carros GTs de fábrica, o Brasileiro Augusto Farfus pilotou um BMW, chegando apenas na 8ª colocação na categoria e 12º na geral, Bruno Senna largou em 5º com o segundo carro da Nissan na categoria DPi, mas se envolveu em um acidente com uma Porsche 991 e isso custou 25 voltas de atraso a equipe de Bruno, Pipo Derani pilotou o outro Nissan terminando a prova em 4º lugar, Tony Kanaan pilotou o Ford GT da equipe Ford/ Ganassi, e conseguiram um belo resultado, completando no top 5 da categoria e em 9º na classificação geral, já Oswaldo Negri estava muito animado com ótimos resultados nos treinos com o Acura NSX GT3, e terminou num belo 5º lugar na classe e em 23º na classificação geral.

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Já na categoria principal, o time do brasileiro Christian Fittipaldi que pilotou protótipo Cadillac de Nº 5  praticamente dominaram toda a prova.

Nos 7 minutos finais, uma manobra polêmica e muito otimista do Cadillac da equipe Wayne Taylor/Konica Minolta que estava em 2º lugar, em cima do português Filipe Albuquerque companheiro de equipe de Fittipaldi, o colocou pra fora da pista com um toque na traseira. E com isso levaram o título de forma “mais” fácil.

Time de Fittipaldi termina em 2º lugar com muitos protestos e indignação.

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