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Leishmaniose: seu cachorro pode estar contaminado sem você saber

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Leishmaniose: seu cachorro pode estar contaminado sem você saber

A Leishmaniose é uma das doenças que mais afeta os cães no Brasil

Transmitida pela picada de mosquitos, a enfermidade pode causar problemas dermatológicos (perda de pelos em focinho, orelhas e região dos olhos), crescimento anormal das unhas, emagrecimento progressivo, anorexia, e dependendo das complicações e da evolução do quadro, o animal pode morrer. Muitas vezes, o cão está doente e o proprietário não percebe. Já há tratamento, porém a prevenção ainda é a melhor opção.

Classificada entre as seis endemias prioritárias no mundo – segundo o Ministério da Saúde -, acometendo principalmente cães, gatos e humanos, a Leishmaniose é desconhecida por muitas pessoas. Os números da doença – segundo o Ministério da Saúde – revelam o impacto dela no Brasil: 90% dos casos da Leishmaniose Visceral Canina na América Latina acontecem no Brasil. Entre o ano de 2009 e 2013, 18 mil casos foram confirmados em humanos. A doença vem ganhando a atenção de todos, pois os casos estão aumentando a cada ano, assim como a taxa de mortalidade de cães e humanos.

A transmissão da Leishmaniose Visceral Canina ocorre pela picada das fêmeas infectadas do Lutzomyia longipalpis, conhecido como “mosquito-palha” ou “mosquito pólvora”. Primeiro o inseto infectado (vetor) pica o cão infectado (ou outros hospedeiros vertebrados, como gato, gambá, cavalo) e ingere a leishmania em sua forma amastigotas, que está presente no animal contaminado. Esta transforma-se dentro do intestino do vetor em promastigota, que é a forma infectante. Essa nova forma, através da picada do vetor irá infectar humanos e novos animais, destruindo seu sistema imunológico.

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Lutzomyia longipalpis, conhecido como “mosquito-palha” ou “mosquito pólvora”

Algumas pessoas ainda acreditam que o cão pode transmitir a doença diretamente para o humano, mas isso é um mito.

Algumas pessoas ainda acreditam que o cão pode transmitir a doença diretamente para o humano, mas isso é um mito. Mordidas, lambidas, arranhões e contato físico não passam leishmaniose de cães infectados para humanos. É necessário o inseto, para que possa haver a transmissão e transformação do parasita.

O grande problema desta enfermidade é a negligência. É tida como doença dos mais pobres e subnutridos, pois falecem aqueles que estão imunossuprimidos (com sistema imunológico fraco). Além disso, essa doença era mais comum em regiões afastadas dos grandes centros.

Quintal com restos de frutas e folhas é o ambiente ideal para a reprodução do transmissor.

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Diferentemente do Aedes Aegypti (transmissor da dengue, zika e chikungunya), o vetor da leishmaniose não é um mosquito, pois não coloca o ovo em água parada. O díptero vetor da leishamania coloca seus ovos em matéria orgânica e escuro. Quintal com restos de frutas e folhas é o ambiente ideal para a reprodução do transmissor. Por isso, era muito conhecida em meio rural e silvestres. Porém, com a construção das estradas e o desmatamento, nós, humanos, trouxemos o inseto para a cidade. Ele se adaptou à vida urbana e está localizado em todas as regiões no brasil, de norte a sul e de leste a oeste. Inclusive pode estar rondando a sua casa agora.

Será que seu cão está contaminado?

60% dos animais são infectados, mas não têm os sintomas. A doença pode ficar incubada de 3 meses a 6 anos. O proprietário só leva à clínica quando já tem sintomas. Muitas vezes, por falta de informação o veterinário acaba indicando a eutanásia do animal.

Em 2015, foram 40 mil cães sacrificados com leishmaniose. Fora os outros animais não diagnosticados e os tratados. Por não ser uma doença de notificação compulsória, ou seja, o veterinário não tem obrigação de notificar órgãos de saúde, o número exato de cães com a doença não existe.

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Se for positivo, o tratamento deve ser iniciado e mantido para o resto da vida.

A primeira coisa a fazer é levar o seu peludo ao veterinário e solicitar um exame específico para diagnóstico da leishmaniose. Se o resultado for negativo, devemos partir imediatamente para a prevenção. Se for positivo, o tratamento deve ser iniciado e mantido para o resto da vida.

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Prevenção

Repelentes em coleira são os mais indicados pelos veterinários. Basicamente são duas marcas que lideram o mercado: Scalibor e Seresto.

A deltametrina é o repelente recomendado pela Organização Mundial da Saúde para impedir o contato dos cães com o mosquito transmissor da leishmaniose visceral. Ela é recomendada mundialmente pelos principais especialistas das mais renomadas instituições de saúde.

Esta recomendação, segundo Andrei Nascimento, gerente técnico da unidade de negócios pet da MSD Saúde Animal, não se deu apenas pelo ingrediente ativo. Há uma grande quantidade de trabalhos científicos independentes publicados em diferentes condições de desafio, que mostravam bons resultados. Reduzindo, assim, não só a infecção nos animais, mas também nos seres humanos que conviviam com eles.

Todas as coleiras disponíveis no mercado, destinados à prevenção da leishmaniose, usam repelentes da mesma família de inseticidas (piretroides). Mas Andrei ressalta: “Além de um ingrediente ativo realmente eficiente, a coleira deva conter um sistema de liberação, que mantenha concentrações efetivas do ingrediente ativo durante todo o tempo”.

Coleiras repelentes como a Scalibor e Seresto, são uma boa opção para prevenção.

O que dificulta é o alto valor dessas coleiras no mercado. Para um cão de pequeno porte, a coleira pode custar até R$ 200,00.

Sobre Scalibor, Andrei afirma que em estudos de segurança efetuados com a coleira e com o seu princípio ativo, comprovou-se que estes são altamente seguros para os cães e para a família. “O produto não tem cheiro, mantém o cão protegido por quatro meses, é resistente à água e auxilia no controle de carrapatos, pulgas e moscas. Porém, reações alérgicas, apesar de raras, são passíveis de acontecer com qualquer medicamento ou produto de uso veterinário ou humano” completa.

Caso o seu peludo apresente alguma reação ao produto, a indicação é remover a coleira por uma semana e recolocá-la novamente. Os dados de farmacovigilância apontam que alguns animais apresentam esta intolerância apenas no primeiro contato. E não esquecer de, sempre que for utilizar algum produto ou medicamento no animal, consultar antes o médico-veterinário.

Com outra tecnologia, a coleira Seresto libera ativos na pele e no pelo de cães e gatos para o controle de pulgas e carrapatos e prevenção contra Leishmaniose, por até oito meses. A coleira é ajustável com trava de segurança, sem cheiro e resistente à água, liberando doses continuamente. Disponível em tamanho P (para animais até 8kg) e G (para animais com mais de 8kg).

Ana Lucia Rivera, gerente de marketing da Saúde Animal da Bayer, reforça que prevenir é o caminho mais simples e efetivo para garantir a saúde e bem-estar de todos. “Dentre os métodos disponíveis para a prevenção, o uso de inseticidas e repelentes no animal é a forma mais eficaz para evitar a transmissão aos humanos” lembra.

Vacina

A vacina Leish-Tec é a única aprovada pelos Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Ministério da Saúde (MS)

Para proteger os cães, a Ceva Saúde Animal desenvolveu em parceria com a Universidade Federal do Estado de Minas Gerais (UFMG), a Leish-tec, única vacina recombinante do mercado contra a Leishmaniose.

A vacina foi desenvolvida a partir da proteína A2, classificada como um dos melhores antígenos capazes de induzir resposta imune celular, porque é específica e protetora contra a Leishmania.

Presente no mercado há 10 anos, a vacina passou por uma série de estudos. “ Os estudos mostram que a Leish-Tec induz resposta protetora em 96,41% dos cães vacinados. Além disso, os animais vacinados apresentam anticorpos anti-A2, demonstrando um alto nível de proteção individua e redução dos efeitos colaterais”, informa Diretor da Unidade de Negócios Pet da Ceva, Leonardo Brandão.

Segundo o fabricante, a proteção conferida pela vacina é de 96,41%, ou seja, não chega a 100% dos animais. Entretanto estudos que compararam animais vacinados e não vacinados mostraram uma eficácia da vacina de 71%. Deste modo, mesmo o cão vacinado pode se infectar com Leishmania

A vacina é recomendada para cães a partir de 4 meses de idade, clinicamente sadios e sorologicamente negativos contra a Leishmaniose. “O animal deve ser vacinado com três doses em intervalos de 21 dias e a revacinação é anual”, finaliza Brandão.

A vacinação dos cães é uma ferramenta importante na luta contra a leishmaniose. Devemos lembrar que além da vacinação, a proteção dos cães com um produto tópico repelente contra mosquitos é de suma importância para manter esses vetores afastados.

Tratamento em cães

Até então, cães acometidos pela doença eram indicados à eutanásia, pois são hospedeiros do vetor. É uma doença que leva ao óbito em até 90% dos casos não tratados.

Acontece que os Ministério da Agricultura e da Saúde aprovaram a comercialização no Brasil de um medicamento para tratamento da Leishmaniose Visceral Canina (não pode usar em humanos): o Milteforan, já disponível no mercado.

A veterinária e gerente técnica da Virbac, Fabiana Zerbini, esclarece que com o uso da medicação, o cão poderá obter a cura clínica e epidemiológica. Porém, apesar de reduzir significativamente a quantidade de parasitas e o cão deixar de ser transmissor da doença, a leishmania permanecerá em seu organismo. “Por esse motivo é muito importante o acompanhamento e monitoramento do animal por um médico veterinário com exames clínicos e laboratoriais. Além da repetição do tratamento, a fim de manter os níveis baixos da quantidade de parasitas” complementa.

Márcio Dentello Lustoza, diretor de assuntos regulatórios e desenvolvimento da Virbac, relembra que, embora o tratamento reduza significativamente a carga parasitária e melhore a condição clínica do animal, ele não elimina totalmente a Leishmania. Por esse motivo, deve ser realizado uso contínuo de produtos de ação repelente, além do acompanhamento periódico.

Para diminuir a quantidade de eutanásia, que era o recomendado até então, a empresa vem realizando uma série de ações interativas, através de ciclos de treinamento e educação continuada para os médicos veterinários, inclusive, com a utilização de plataformas online. Assim, todos os veterinários podem conhecer sobre esse novo passo na guerra contra a Leishmaniose, que é a aprovação e legalização do tratamento no Brasil.

Fabiana ressalta: “O tratamento dos cães é apenas uma dentro de um conjunto de outras medidas necessárias para a prevenção. A medida mais eficiente continua sendo o combate ao mosquito, impedindo-o de se multiplicar e de picar animais e humanos, através da utilização de repelentes”.

Se a situação já não fosse grave o bastante, estudos recentes apontam que provavelmente existe outro vetor, novos insetos transmitindo a leishmaniose. Em fatos raros, pulgas e carrapatos já transmitem a doença. O que você está esperando?! Leve seu peludo o quanto antes ao médico veterinário e comece já a prevenir essa doença, tida como umas das cinco piores do mundo.

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Projeto de lei que proíbe cruzamento de cães domésticos no DF é vetado pelo Ministério Publico

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Texto é do deputado distrital Rodrigo Delmasso. MP alega que projeto é inconstitucional

O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) pediu o veto de um projeto de lei que proíbe o cruzamento de cães domésticos. Pelo texto, do deputado distrital Rodrigo Delmasso (PRB), apenas criadores credenciados poderiam trabalhar com a reprodução de animais.

O projeto de lei 2081/2018 foi aprovada no final do ano passado. Mas de acordo com o MP, a lei é inconstitucional. Para a promotoria, o texto visa a seleção de cães de raça (veja abaixo o que diz o MP).

Na prática, a lei aprovada pelo plenário da Câmara Legislativa proíbe o dono de colocar o cão para cruzar com cachorros de conhecidos. Além disso, a iniciativa prevê multa para quem desobedecer, a doação dos filhotes, caso haja cria e a castração dos cães que não forem destinados a criadores.

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“Todo cão que não for destinado à um criador, devidamente regulamentado em entidade de cinofilia, deverá obrigatoriamente ser castrado no período máximo de 1 a 2 anos de vida.”

Segundo o deputado Delmasso, o projeto passou por todos os trâmites convencionais, como comissões e audiência pública e nenhum um ponto de dúvida foi levantado.

No último dia 14, os promotores se reuniram com o governador Ibaneis Rocha (MDB) e pediram o veto integral à lei. O governador atendeu ao pedido do MP.

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O veto

Segundo a promotora de defesa do meio ambiente, Luciana Bertini, “a visão do Ministério Público é que não tenha justamente essa exploração das raças de cães, mas sim que se vise o bem estar do animal”.

Depois da repercussão do caso e dos pedidos de outras entidades, o distrital voltou atrás e também pediu ao governador que vetasse o texto.

Próximos passos

Em entrevista à TV Globo, Delmasso disse que pretende ouvir várias entidades e refazer o projeto “de forma mais ampla e corrigindo os aspectos críticos”.

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Ainda não há uma previsão de quando o deputado deve entregar um novo texto à Câmara Legislativa.

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Mercado pet brasileiro é o terceiro que mais fatura no mundo

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Segmentos de alimentação, serviços e saúde voltados exclusivamente aos bichos de estimação são os principais motores da economia do setor. Para 2019, estima-se faturamento acima de R$ 22 bilhões, um aumento de 6,9% em relação a 2018

O mercado voltado para animais doméstico tem mostrado seu potencial a cada ano em todo o mundo. No Brasil, não é diferente. A população nacional de bichos é expressiva, são aproximadamente 132,4 milhões de animais de estimação, entre cães (52,2 milhões), gatos (22,1 milhões), aves (37,9 milhões), entre outros, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tamanha relevância, acalorou o mercado segmentado e posicionou o país como o terceiro com o maior faturamento no setor, atrás apenas dos Estados Unidos e Reino Unido.

Só em 2017, o segmento pet movimentou 20,3 bilhões de reais, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (AbinPet). O crescimento em relação ao ano anterior foi de 7,9%, quando a movimentação foi de 18,9 bilhões. Os setores com maior destaque são os de PetFood (68,6%) e de PetServ (15,8%) – serviços voltados especialmente aos bichos. A área de saúde para os animais também aparece em destaque nos indicativos, na pesquisa, o PetVet respondeu a 7,9% do faturamento nacional no setor.

Criatividade e inovação

Para manter diferenciais no segmento, que está competitivo, não param de surgir novas abordagens voltadas aos bichanos. De padarias especializadas até produtos personalizados apenas para os pets, a criatividade no setor o torna ainda mais atraente para o consumo, aumentando o potencial de mercado.

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A pulverização do setor motivou até mesmo desenvolvedores brasileiros. Unindo a tecnologia ao cenário animal, eles apostaram em um aplicativo para facilitar a rotina de médicos veterinários. Bruno Ducatti é empreendedor, desenvolvedor de novos negócios do segmento digital e co-fundador do “Vet Smart”. São dois aplicativos, um voltado a cães e gatos, e outro a bovinos e equinos. No país, atualmente, as ferramentas são consideradas a principal solução tecnológica de apoio a tomada de decisão clínica e emergência e médicos veterinários.

Assim como a tecnologia mobile, o mercado pet é um dos nichos mais promissores do Brasil. “O aplicativo é mais que um bulário veterinário. Nele tem informações técnicas e atualizadas de milhares de produtos que fazem parte da rotina do médico veterinário. Além disso, disponibiliza outras ferramentas na plataforma, como transmissão de palestras de professores renomados, biblioteca de doenças e raças, e as calculadoras – que são 12, entre elas: idade do animal, gestação, necessidade energética diária – que auxiliam o especialista no atendimento”, descreve Ducatti, co-fundador do app que, em um ano de existência, tornou-se o aplicativo de veterinária mais baixado e acessado da América Latina e um dos maiores do mundo.

Além de facilidades advindas com a tecnologia, com a boa prospecção do setor pet outras atividades surgiram nos últimos anos. Entre as atividades criativas que estão em ascensão no setor, pode-se citar serviços como pet sitter, táxi pet e atendimentos de hospedagem especializado para cães e gatos.

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Como proteger seu animal de estimação das doenças comuns de outono

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O clima seco de outono pode ser um vilão aos nossos companheiros de quatro patas

Com início em 20 de março até 21 de junho, as características principais do outono são mudanças bruscas de temperaturas, queda da umidade relativa do ar e aumento da ocorrência de ventos. Nessa época do ano nossos pets correm um maior risco de desenvolver doenças respiratórias, alérgicas e nas articulações. De acordo com os médicos veterinários Anderson Gouveia e Lorena Bastos, da Clinica Salud Pet, é necessário um cuidado redobrado e ainda mais atenção às especifidades que as mudanças repentinas de temperatura demandam. Confira algumas atitudes que devem ser tomadas para garantir a saúde dos bichinhos:

Doenças Respiratórias

A maioria das doenças que acometem os bichinhos nessa época são de origem respiratória e são de fácil transmissão. Provocadas por vírus ou bactérias, os sintomas são iguais ao de um resfriado comum: tosse, febre, espirros, indisposição, etc. Mantenha-os em locais longe de frio e correntes de ar e procure um veterinário caso venha a aparecer quaisquer dos sintomas mencionados anteriormente.

Dicas de cuidados com seu pet no outono. Foto: Divulgação

Problemas Oftalmológicos

O clima seco diminui a quantidade de lágrimas nos olhos, deixando-os mais vulneráveis à poluição, vírus e bactérias. É necessária atenção, pois como coçam com as patinhas podem causar ferimentos e lesões. Mantenha a higiene da região dos olhos sempre em dia, eles devem ser limpos com soro fisiológico e, em alguns casos, lubrificados diariamente com colírios específicos indicados pelo veterinário oftalmologista.

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Problemas nas Articulações

Durante o outono as temperaturas diminuem e podem provocar sintomas de doenças e problemas nas articulações. As baixas temperaturas aumentam a sensibilidade das articulações, causando dor e desconforto principalmente em animais idosos. Alguns dos sintomas mais comuns são: dificuldade para se levantar e subir em escadas, sofás e camas, mancar e chorar ao se movimentar. É importante estar sempre atento ao seu pet. Caso perceba algo diferente, leve-o imediatamente ao veterinário. Tenha um cuidado especial com o local onde seu bichinho dorme, aposte em cobertores e uma caminha confortável.

Dicas de cuidados com seu pet no outono. Foto: Divulgação

Alergias de Outono

As alergias do seu pet podem aparecer em maior intensidade com a secura do ar, pois a falta de chuvas aumenta a quantidade de poeira e pólen no ar. Caso observe que seu bichinho tem espirrado mais que o de costume, ou tenha começado a bufar e roncar, além de sinais de coriza, ele pode estar com alergia. Os parasitas, como pulgas e carrapatos, também podem se tornar mais frequentes nessa época.

Cuidados simples no dia a dia, vacinação e visitas regulares ao veterinário previnem doenças e garantem o bem-estar e qualidade de vida de seu animalzinho de estimação.

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Projeto aumenta pena para maus-tratos de animais para até 4 anos de reclusão

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maus-tratos

A medida abrange animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos

O Projeto de Lei 1095/19 altera a Lei dos Crimes Ambientais (9.605/98) para aumentar da punição aplicada a quem pratica maus-tratos, fere ou mutila animais. Pelo texto, a pena nesses casos passará a ser de 1 ano a 4 anos de reclusão (regime inicialmente fechado) e multa. Atualmente, é de 3 meses a 1 ano de detenção e multa. 

Autor da proposta, o deputado Fred Costa (Patri-MG) explica que a mudança é uma reação ao caso do cachorro morto em um supermercado em Osasco (SP). Ele lembrou que o animal foi espancado e envenenado por um segurança do local, no dia 28 de novembro passado, e acabou não resistindo aos ferimentos.

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Ele citou que o crime gerou uma grande comoção popular, manifestada por internautas, ativistas pelos direitos dos animais, celebridades e políticos. “Uma mobilização fez com que cerca de um milhão e meio de pessoas assinasse uma petição exigindo a punição do funcionário”, disse o deputado, ao justificar o projeto. “A única maneira para que tais crimes sejam evitados é o empenho da sociedade em exigir punições cada vez mais rigorosas.”

O texto também passa a prever penas para estabelecimentos comerciais que permitirem a prática do crime contra o animal. As sanções nesse caso podem ser: multa de 1 a 40 salários mínimos, interdição do estabelecimento, suspensão da licença ambiental ou perda de incentivos fiscais concedidos pela União.

Tramitação

O projeto será analisado por uma comissão especial e, em seguida, pelo Plenário.

Murilo Souza – AC – 

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CasaPark realiza carnaval para pets com animação da banda Papel Machê

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CasaPark realiza carnaval para pets com animação da banda Papel Machê

Fantasie seu pet e caia na folia

No próximo dia 9 de março, a partir das 10h, o CasaPark recebe o CarnaPET, um carnaval voltado para as famílias e seus animais de estimação. O evento acontece na área externa, em frente à loja Cobasi, e terá animação da banda Papel Machê.

Na ocasião, haverá desfiles, playpet (espaço com brinquedos para os pets), pintura de rosto, animadores infantis e até DJ. Serão disponibilizados também adereços, serpentinas e confetes, gratuitamente.

Em se tratando do desfile, a ideia é que os pets estejam devidamente caracterizados para o evento. O prêmio de melhor fantasia será um almoço, ou jantar, na Churrascaria Barbacoa Brasília.

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“Esse é o primeiro ano que o CasaPark abre para um evento de carnaval, sobretudo um evento exclusivo para pets, e estamos empolgados com a novidade. Para participar da festa, a regra é apenas levar o seu pet e, lá, teremos muita diversão para todos”, conta Iran Valença, superintendente do CasaPark.


SERVIÇO
CarnaPET CasaPark
Quando: 9 de março de 2019
Onde: CasaPark (em frente à loja Cobasi)
Horário: 10h às 16h
Animação: DJ Dopony, animadores infantis e banda Papel Machê

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IBRAM abre inscrições para castração de cães e gatos

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IBRAM abre inscrições para castração de cães e gatos

Inscrições começam no próximo dia 26/02; saiba como se inscrever

O Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) inicia, no próximo dia 26 de fevereiro, o cadastramento para esterilização de cães e gatos. Nesta edição serão atendidos um total de 2.500 animais, sendo que 2.000 vagas realizadas por meio do site do IBRAM e 500 vagas em cadastro presencial na sede do Instituto (SEPN 511, bloco C). Cada pessoa poderá cadastrar até 10 animais.

Segundo a Diretoria de Fauna do IBRAM, o registro pela internet terá inicio às 9 horas da manhã do dia 26, se estendendo até às 16 horas do dia 1º de março ou até o término das vagas, que poderá ocorrer antes dessa data limite. Um link será disponibilizado no site do órgão durante o período de cadastramento.

Quanto ao atendimento presencial será realizado das 8h às 12h e das 13h às 16h, também na mesma data, ou seja, entre os dias 26 de fevereiro até 1º de março ou até o preenchimento das vagas ofertadas. As senhas de atendimento serão distribuídas no protocolo do IBRAM. Para mais informações, clique aqui ou 3214-5739 e 3214-5678 (DIFAU).

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Veja aqui os documentos obrigatórios para realizar a inscrição.

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CarnaDog agita Park Way neste fim de semana

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CarnaDog agita Park Way neste fim de semana

Bloquinho para os aumigos terá desfile e feira de adoção

Já podem separar as fantasias para você e seu dog porque neste sábado (23) vai rolar uma folia pet na Vila Tarêgo (SMPW QD 05), hamburgueria mais descolada da cidade. As marchinhas de carnaval para curtir com os aumigos começam às 16h01 e o evento é gratuito. No dia, também haverá um concurso da roupa mais criativa, feira de adoção e várias novidades do mercado pet.

As atrações não param por aí. Terá ensaio fotográfico, degustação das novidades do mercado, comida natural, como cookie de granola, mamão e iogurte, e os sorvetes bem geladinhos da Vai Bem. Tudo isso para os doguinhos. Além da presença ilustre de vários instagramers de quatro patas. Os aumigos de todos os portes serão bem-vindos, basta os tutores das raças maiores levarem com focinheira.

CarnaDog agita Park Way neste fim de semana

E se você não tem um pet para chamar de seu e mesmo assim quer dar uma passadinha no evento, pode sair de lá com xodó. O projeto Toca Segura Brasília levará vários peludinhos que estão em busca de um lar. Para adoção, é preciso ter no mínimo 21 anos, levar RG, CPF, comprovante de residência e assinar um termo de responsabilidade, comprometendo-se a cuidar do pet.

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Serviço
CarnaDog
Evento Gratuito
Classificação livre
Local: Vila Tarêgo
SMPW QD 5 conj 12 Lt 05, Park Way – Águas Claras
Data: 23 de Fevereiro
Hora: 16h01
Instagram: @vilatarego

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JK Shopping recebe feira de adoção pet

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Para quem está procurando um companheirinho para toda a vida, esta é uma excelente oportunidade

Quem quer levar para casa um novo amigo de quatro patas, não pode perder a feira de adoção do JK Shopping em parceria com o Projeto Acalanto. Nos dias 23 e 24 de fevereiro, cerca de 80 cães e gatos, resgatados nas ruas, ou em situações de riscos, estarão por lá em busca de um novo lar. Todos os pets já levaram a primeira vacina e também já estão vermifugados e os animais adolescentes e adultos já irão para o novo lar castrados.

Além de assegurar um lar para animais de rua, o evento busca conscientizar a população sobre a importância da adoção responsável, e preocupação com o bem-estar animal, evitando possíveis abandonos.

Quem quiser abraçar a causa e adotar um novo amigo precisa ser maior de 18 anos e levar original e cópia da identidade, do CPF e de um comprovante de residência. Os interessados ainda passarão por uma entrevista com os organizadores. O evento acontece na praça central de 12h às 18h.

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Serviço – Feira de Adoção
Data: 23 e 24 de fevereiro
Horário: 12h às 18h
Local: Praça Central
Entrada Franca

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Dicas para curtir o carnaval com seu pet

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Além de blocos para crianças e adultos de várias preferencias, os pets que já fazem parte da família, também tem lugar na folia

Uma das datas mais esperadas do ano está chegando: o carnaval! A capital federal está cheia de eventos para os pets. Então, se você vai levar seu bichinho para brincar, a veterinária Lorena Bastos da Clínica Salud Pet, separou algumas dicas para curtir com segurança e tranquilidade. A festa é boa, mas é preciso ter cuidados especiais para não expor seu melhor amigo à riscos.

Confira as dicas

Identificação

Nunca deixe seu bichinho solto! Mantenha seu pet com coleira e guia para evitar que ele se perca e não esqueça a identificação: (plaquinha com nome do animal, nome do tutor e telefone para contato).

Hidratação e exposição ao sol

Durante a folia é imprescindível manter seu melhor amigo hidratado. Cada tutor deve levar uma garrafa de água fresca para poder oferecer ao seu pet sempre que necessário. A maioria dos bloquinhos acontecem nas ruas, fique atento a temperatura do asfalto, uma dica é verificar com o dorso da mão. Se estiver desconfortável para você, também estará prejudicando as patas do seu animalzinho. Ao não respeitar isso, pode haver queimadura dos coxins, as almofadinhas que ficam embaixo das patinhas. Filhotes, idosos e raças de focinho curto devem ter atenção redobrada, pois desidratam mais rápido.

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Fantasias Confortáveis

Eles ficam uma gracinha fantasiados, mas para manter o seu bichinho confortável a dica é testar o figurino com antecedência. Evite usar roupinhas muito quentes e fechadas, prefira roupas mais leves e frescas. Não é aconselhado tingir o pelo do seu pet. Pode causar alergias, irritação e nos casos mais graves, intoxicação.

Tenha cuidado com a fantasia que for escolher

Tenha cuidado com a fantasia que for escolher

Barulho e Agitação

O som deve ser moderado. Os pets, principalmente cães e gatos tem uma audição sensível e aguçada. Evite que o animal fique muito perto das caixas de som. Barulhos altos podem assustar e estressar o seu bichinho.

Vacinação em dia

É indispensável que o seu bichinho esteja com a vacinação em dia, além dos cuidados contra pulgas e carrapatos. Seu pet vai ter contato com outros animais e a saúde de todos devem ser prioridade.

Dicas para curtir o carnaval com o seu Pet

Dicas para curtir o carnaval com o seu Pet

Objetos e alimentos no chão

Nesse período a intoxicação por alimentos inadequados, resíduos, e pedaços de fantasias é frequente. Onde existem muitas pessoas, sempre há muito lixo, tome cuidado com latinhas, garrafas e cacos de vidro pois seu pet pode ferir a patinha. Fique de olho!

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Mantenha-se atento aos sinais, quando os animais não estão gostando ou não estão se sentindo bem, eles dão indícios: lambem o focinho com frequência, ficam encolhidos e com olhos assustados. Se durante a festa o seu bichinho sofrer desidratação, ou algum tipo de contaminação, leve- o imediatamente a um médico veterinário.

Seguindo essas dicas e orientações, você e seu melhor amigo podem curtir a folia tranquilamente!

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Que tal curtir o carnaval com o seu Pet?

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Que tal curtir o carnaval com o seu Pet?

Primeiro Carnaval do mundo pet será nos dias 16 e 17 de fevereiro

Recentemente, o Shopping ID tornou-se Pet-friendly: 12 lojas do mall já aderiram à tendência. E, para comemorar essa conquista, nada melhor que um Carnaval do mundo Pet. Nos dias 16 e 17 de fevereiro, das 11h às 19h, o Shopping ID será palco da primeira folia de pets, o Carnapet. Com a organização de Andrea Lima e Lucile Alvares, o evento contará com feira de adoção, desfiles, concurso da melhor fantasia de carnaval, encontro de raças, expositores, artigos pets e bailinho de Carnaval. Para participar, basta chegar com seu cãozinho ou seu gatinho no 2º subsolo do mall: o Carnapet é gratuito.

Primeiro CarnaPet

Primeiro CarnaPet

Alguns dos expositores já confirmados são: Bomdog Adestramento e Hospedagem, Candy Petshop, JanPets Moda Pet, Lupoms e Lamel Guias Pet, Quintal dos Bichos, Hospital Veterinari, Volta à Natureza Farmácia de Manipulação, Vira Laços, Contemporânea Cabelo e Visagismo – Salão Pet Friendly, One Health Veterinary e Oh Dog.

Entenda o que são os estabelecimentos Pet Friendly

Pet friendly são os lugares que aceitam a entrada ou a permanência de animais de estimação acompanhados de seus tutores. Porém, os pets devem ter um comportamento tranquilo, para que não haja desconforto perante os outros clientes. Não latir em excesso e estar de coleira, por exemplo, são medidas necessárias para que o pet seja bem-vindo nos estabelecimentos.

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Primeiro CarnaPet

Primeiro CarnaPet


Serviço
Carnapet Shopping ID
Data: 16 e 17 de fevereiro
Local: 2º subsolo do Shopping ID
Horário: das 11h às 19h
Evento gratuito.

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