Polícia Federal: o remédio amargo no hospital do açúcar

A Polícia Federal armou barraca no Ministério da Saúde, oito agentes da inteligência fazem uma devassa em todos os contratos ligados diretamente a gestão do subsecretário e ex-todo- poderoso, Adeílson Loureiro Cavalcante

Por Mino Pedrosa

Conhecido como maestro regente das notas do Partido Progressista e rezando na partitura do senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, Adeílson montou um esquema de corrupção no Ministério da Saúde com ramificações no estado de Alagoas.

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O Hospital do Açúcar em Maceió foi o caixa que recebeu milhões do Ministério da Saúde em convênios e repasses federal, orquestrado pelo ex-todo-poderoso, que após deixar o ministério, montou um feudo na Secretaria de Saúde do Distrito Federal e assumiu o comando do Hospital do Açúcar na capital alagoana.

O ex-todo poderoso é apadrinhado pelo pai e filho, Benedito Lira e Arthur, respectivamente. Os agente peritos em análise contratual estão estarrecidos com o rombo bilionário causado pelos abutres. Está em curso uma das maiores operações já realizada na Esplanada dos Ministérios, com o alcance no governo passado e no atual, tudo acontecerá num espaço de tempo curto, não permitindo mais apagar as digitais apagadas pelo bando.

Para a organização criminosa investigada pela PF e Ministério Público com apoio da AGU, saúde não tem preço, tem custo.

Ao assumir a principal cadeira do ministério, o atual ministro Mandetta recebeu orientações do Palácio do Planalto para colaborar com a devassa, escancarando as gavetas para o Ministério Público e a Polícia Federal.

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