Em Brasília, máquina inchada e arrecadação em baixa

Enquanto o governador Ibaneis Rocha mira a principal cadeira do MDB, o periférico do GDF sofre com inchaço da máquina

Por Laércio Alencar

Já é público e notório que governador Ibaneis Rocha tem andado muito pelos corredores do Congresso Nacional, mirando a presidência nacional do PMDB, mesmo sabendo que terá que enfrentar os principais caciques da legenda.

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Há quem diga que pesquisa de opinião que lhe são passadas semanalmente detectaram o real pesadelo pra quem sonha em participar de uma eleição presidencial em 2022.

Representantes da velha política transforam o GDF numa Torre de Babel,  pessoas ligadas a Arruda, Filippelli, Roriz e até mesmo Durval Barbosa, não esqueceram as velhas práticas e têm encontrado campo fértil para suas empreitadas.

Na Secretaria de Fazenda, só para se ter uma ideia a insatisfação é geral, dentro de uma sala da SEFAZ se concentra 10 CNEs, quase a metade é CNE 2 e recebem quase 10 mil reais a mais no salário de cada auditor. Para piorar o cenários esses CNEs estão com cargo de coordenadores, só que para coordenar eles mesmos.

Os auditores diretamente responsáveis por Assessorias de arrecadação, tributação e fiscalização e os gerentes de setores que arrecadam violentamente tem apenas um singelo DF-12.

Enquanto isso, a arrecadação cai vertiginosamente no primeiro trimestre de 2019 e os auditores que tem de trabalhar na fiscalização estão colocando os ternos e sentando em frente à um computador para fazer processos, deixando a atividade a qual prestaram concurso… Auditar de lado, a sonegação agradece.

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