Em Brasília, Transparência nada ilibada

 

O governador de Brasília Ibaneis Rocha vem sendo pego de calças curtas quando se refere a nomeações do Governo de Brasília

Por Laércio Alencar

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A última que veio a público foi a nomeação de Paulo Wanderson Martins, como subprocurador do DF.

Para quem não sabe, Paulo Martins é o responsável pela área de transparência do governo do Distrito Federal, rapaz bonito, barba da moda, que às vezes encanta, mas também desencanta.

O jovem vaidoso gosta de sentar todo final semana em uma cadeira de um barber shop (o Brasil adora inglês), afinal, ele é vaidoso, como são os jovens de sua geração.

A mão macia do profissional da beleza masculina fazia o nosso homem da transparência dormir e sonhar à vontade. Acontece que ultimamente, Paulo Wanderson, tava mal. Andava com calafrios pelo corpo, tremia muito e acordava atordoado. A alma estava em tormento.

O tormento de Paulo era uma investigação do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público Federal porque o intrépido servidor público nomeado por Ibaneis, escondeu que era réu na Justiça por peculato.

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Ou seja, o governador nomeou alguém com cara de cordeiro, mas com espírito de lobo pra tomar conta do galinheiro.

A Casa Civil do DF está deixando a desejar quando levanta a vida pregressa de um pretenso candidato a um cargo público no GDF. Ibaneis como sempre, afirma que nada viu de errado em seu apadrinhado.

Peculato é quando um servidor público se achando mais esperto que os outros subtrai ou desvia, por abuso de confiança dinheiro público para proveito próprio.

Wanderson quando era funcionário do Banco do Brasil em Carceré (MT), foi acusado com a mulher de usar cartões de créditos de cliente para adquirir geladeira, fogão, máquina de lavar roupa, televisão, passagens de avião e ingressos para eventos.

A Polícia federal descobriu toda maracutuaia.

O inocente Wanderson fez três vítimas em Cárcere – um policial federal, uma servidora de Tribunal Regional do Trabalho e uma advogada, proporcionando ao trio um prejuízo de R$ 10.595.

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O pobre Paulo Wanderson que estampava o 15 de Ibaneis, o 15 da mudança, certamente nunca ouviu a famosa música de Luiz Gonzaga: ‘Não meta a mão em buraco de tatu, que é muito perigoso”

A pergunta que não quer calar é a seguinte, porque vários currículos técnicos não passam pelo crivo do GDF mas uma vida pregressa como a de Wanderson acaba se instalando na Transparência do GDF.  

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