Produtora do Na Praia é alvo de Operação da PCDF por irregularidade na concessão de benefícios públicos

Na Praia

Está em andamento operação para cumprir 15 mandados de busca e apreensão contra sócios da empresa, servidores e órgãos públicos

Uma das maiores produtoras de eventos do Distrito Federal está no centro de uma operação da Polícia Civil do DF deflagrada, nesta terça-feira (18/9), por suspeitas de irregularidades na concessão de benefícios à empresa R2 Produções. Entre os alvos dos 15 mandados de busca e apreensão estão sócios da produtora, servidores e órgãos públicos.

Os sócios da R2 Produções são: Rafael Damas, Ricardo Emediato, Bruno Sartório e Eduardo Jose de Azambuja Alves, filho do ex-ministro de Turismo Henrique Eduardo Alves, preso na operação Lava Jato. Além deles, foram realizadas buscas e apreensões nas administrações regionais de Brasília, do Lago Norte e nas secretarias de Cultura e do Esporte.

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De acordo com os investigadores, há indícios de fraudes na contratação e execução de projetos aprovados pela Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural da Secretaria de Cultura do DF.

De acordo com as apurações, cerca de R$ 3,5 milhões recebidos pela produtora por meio da Lei de Incentivo à Cultura, que deveriam ser destinados a projetos sociais, estariam sendo desviados para custear eventos particulares, com cobrança de ingressos.

Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Brasília. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) acompanha a operação.

O que dizem os envolvidos

Em nota, a R2 produções manifestou “absoluta surpresa” com a operação. A empresa disse que “jamais” foi chamada a prestar qualquer tipo de esclarecimento e nenhum dos sócios foi instado a dar informações.

O texto destaca, ainda, que as prestações de contas dos empreendimentos atendem ao calendário legal e não há pendências em relação às mesmas. “A empresa reitera a integral lisura de suas atividades, sua postura colaborativa com a Justiça e demais instituições e permanece à disposição para ajudar na elucidação deste ou de qualquer outro procedimento”, conclui.

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Veja a nota completa

“A R2 produções manifesta absoluta surpresa e incompreensão diante da desproporcional medida anunciada na manhã desta terça-feira (18). A empresa jamais foi chamada a prestar qualquer tipo de esclarecimento e nenhum dos sócios foi instado a dar informações. Todos os documentos relativos aos projetos da empresa são públicos e sujeitos a qualquer tipo de apuração. As prestações de contas dos empreendimentos atendem ao calendário legal e não há pendências em relação às mesmas. A empresa reitera a integral lisura de suas atividades, sua postura colaborativa com a justiça e demais instituições e permanece à disposição para ajudar na elucidação deste ou de qualquer outro procedimento.”

Mais informações em breve

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