Traição anunciada

Traição anunciada

O cheiro de traição já impregnou o Congresso Nacional, atravessou a rua e chegou o Palácio do Planalto.

Na base aliada que sustenta o governo Temer, caciques já articulam uma saída honrosa para o presidente e buscam um nome de consenso. O tempo político e oportunista do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, foi a senha para os “judas” de plantão mostrarem a cara. Renan colocou Temer em saia justa ao chegar de surpresa a uma reunião da base.

Quem conhece Renan, sabe que o “aliado penetra” joga bem em todos os cenários e tenta chamar para si os holofotes e a liderança do processo de escolha do nome que possa vir a substituir  Temer. Falta só se assossiar a hackers russos.

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Já se vê uma forte articulação, ainda que velada, de parte PMDB, DEM e PSDB para ver quem assumiria a presidência com a saída de Temer que, a cada dia que passa, é tido como rei posto.

Vale lembrar que a saída de Sandro Mabel transmitiu a nítida impressão de que não ficará ninguém para apagar a luz.

Há quem diga que já estamos em pleno momento de transição.

Rollemberg na mira

O posicionamento público do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, em relação a doações de campanhas, vem seguindo o padrão de todas autoridades. Tudo foi registrado na Justiça eleitoral e as contas foram aprovadas.

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Acontece que em meio a tantas delações, executivos começam a iluminar os caminhos do que foi e do que não foi propina. A Via Engenharia, agora oficialmente investigada, Andrade Gutierrez e Odebrecht, abasteceram os cofres da campanha do pessebista com quase R$ 2 milhões, que o diga, o sempre leal e escudeiro, Ricardo Leal.

Leal há tempos não é visto em Brasília e pelo visto vai passar um longo tempo fora do circuito Nordeste/DF

Cabeça na Bandeja

A deputada Sandra Faraj sofreu uma verdadeira lavada no Conselho de Ética da Câmara Legislativa. O Conselho decidiu por unanimidade dar continuidade ao processo de cassação da deputada. O que causou estranheza foi o fato do deputado Raimundo Ribeiro tentar protelar o andamento do processo.

Vale lembrar que Faraj esta sendo acusada de embolsar dinheiro da Casa, um vez que foi ressarcida pela Câmara por um serviço que não pagou. Ou seja, corrupção, falsidade ideológica, uso de documento falso e ameaça a testemunhas, sem esquecer da acusação por cobrar parte dos salários de servidores comissionados como uma espécie de “dízimo”.

Por meio de nota, a deputada disse esperar que, “com a chance de ser ouvida , finalmente a verdade prevaleça e as falsas acusações sejam definitivamente arquivadas”.

A conferir

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