Quando falta pulso a barbárie impera

Já se passava um pouco mais do meio dia desta quarta feira (24) quando o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen e o Ministro da Defesa, Raul Julgmann, atestavam em primeira mão, a falta de preparo e a desorganização da Segurança Pública do Distrito Federal.

O recado de um agente de campo foi claro.

– Perderam o controle da manifestação.

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A partir desse ponto, o enredo é conhecido… O Presidente Michel Temer, munido de um pedido do Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, colocou tropas das forças armadas na rua, após assinar um decreto de Garantia da Lei e Ordem (GLO) que caiu como uma bomba, ainda que erroneamente, na memória daqueles que ainda carregam as marcas dos anos de chumbo.

Visivelmente pego de calças curtas pela própria incompetência, o Governador Rodrigo Rollemberg levou o ônus virar chacota em todo território nacional. Afinal, a Polícia Militar do DF, que uma dia foi considerada a melhor e mais equipada do País, demonstrou ao vivo para todo o país todo seu despreparo e falta de liderança na praça de guerra que se transformou a manifestação das Centrais Sindicais.

A questão que não quer calar é: após mais de uma centena de manifestações e colaboração com o Governo Federal a Polícia Militar do DF saiu humilhada deste episódio e o “zero um” têm uma grande culpa. Até mesmo porque ficou evidente a falta de comando.

As vezes uma imagem vale mais de 1000 palavras, e o descontrole foi evidente.

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