Mais uma vez, Sandra Faraj

Sandra Faraj

Mais uma vez a deputada distrital Sandra Faraj (SD) se vê envolta a uma história rocambolesca que deixa os brasilienses de boca aberta e desacreditados com a classe política da Capital da República.

Num passado não muito distante, ainda no governo petista de Agnelo Queiroz, a hoje parlamentar foi acusada de assédio moral, quando ocupava a principal cadeira da Administração do Lago Norte.

Evangélica atuante, Sandra Faraj foi acusada de forçar ex-funcionários da Administração a frequentarem cultos da religião dela. Segundo denúncias de ex-subordinados, a então administradora teria impedido que eles usassem símbolos de crenças diferentes à dela no trabalho e até exonerado comissionados de outras religiões.

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Agora, a denúncia é de calote com contornos de apropriação indébita, uma vez que a parlamentar é acusada de usufruir dos serviços da NETPUB – Agência de Comunicação e Tecnologia, mas não pagar pelos serviços prestados.

O que causa estranheza na denúncia, é o fato da parlamentar ter apresentado as notas fiscais dos serviços prestados à Câmara Legislativa e pedir o ressarcimento no valor de R$ 174 mil.

A empresa Netpub é de propriedade de Michelly Nogueira, que acreditou num projeto político de uma “irmã”, mas tomou as devidas precauções registrando toda a combinação em cartório. Para selar o contrato, a deputada contratou em seu gabinete, Filipe Nogueira, marido de Michelly, pela bagatela de mais de R$ 10 mil mensais e agora , após a dispensa de Filipe, todo o esquema veio à tona.

No disse-me-disse de pagou, ou não pagou, vale lembrar do velho ditado: “diga-me com quem andas, que te direi quem és“.

Com a palavra a Polícia Civil e o Ministério Público, além corregedoria da Câmara Legislativa.

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Lindauro Gomes

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