Autismo pode estar associado a problemas da flora intestinal da gestante

Cientistas estão próximos de comprovar que a saúde da microbiota intestinal da mãe pode prevenir nascimento de filho com Transtorno do Espectro Autista – TEA e aliviar sintomas de pacientes

O Fato –  Autismo pode ter relação com microbiota intestinal da mãe, indicam  estudos. A resposta inflamatória do organismo da mãe, regulada pelas bactérias que vivem no intestino, poderia afetar o sistema nervoso do feto em formação e aumentar o risco do surgimento do TEA.

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A NotíciaHá uma linha de investigação sobre pré disposição genética, na China, por exemplo, que relaciona a permeabilidade do intestino com os problemas no sistema nervoso. Cientistas do Peking University First Hospital, em Beijing, revisaram 150 pesquisas feitas no mundo, desde  de 1960. São fortes os elos entre o equilíbrio da flora intestinal e o TEA. Toxinas produzidas pelo Lactobacillus – que num intestino normal seriam eliminadas com as fezes – podem estar sendo secretadas no organismo e afetando o sistema nervoso. Comprovados os estudos, a dieta alimentar da gestante e também dos pacientes com TEA passa ser fundamental.

Porque isso importa – O autismo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS),  atinge uma em cada 160 crianças no mundo. São 2 milhões no Brasil. O preconceito e a ignorância sobre o transtorno prejudica um diagnóstico precoce. O neuropediatra Carlo Gadia defende que todos os profissionais de saúde, educadores e inclusive os pais aprendam a ler os sinais do TEA em bebês que são: ausência de balbuciar ou de gestos  aos 12 meses; ausência das primeiras palavras aos 16 meses; ausência de combinações de 2 palavras aos 24 meses e perda de linguagem ou habilidades sociais em qualquer idade.

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