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Viaduto no Eixão Sul ganha sensores para alertar sobre novo risco de queda

Equipamentos enviam sinais a central de monitoramento montada no canteiro de obras, em Brasília. Circulação de carros e pedestres na região está prevista para quinta-feira Estatal responsável pelas obras públicas do Distrito Federal, a Novacap iniciou neste domingo (11) a instalação de sensores para monitorar […]
Viaduto no Eixão Sul ganha sensores para alertar sobre novo risco de queda
Viaduto no Eixão Sul ganha sensores para alertar sobre novo risco de queda

Viaduto no Eixão Sul ganha sensores para alertar sobre novo risco de queda

Equipamentos enviam sinais a central de monitoramento montada no canteiro de obras, em Brasília. Circulação de carros e pedestres na região está prevista para quinta-feira

Estatal responsável pelas obras públicas do Distrito Federal, a Novacap iniciou neste domingo (11) a instalação de sensores para monitorar a área do viaduto que desabou em Brasília. Os equipamentos vão servir para evitar outra queda do tipo.

Eles alertam ao menor sinal de oscilação da estrutura por causa das obras no local e devido à passagem de pedestres e carros, que vão poder circular pela região a partir de quinta (15).

De acordo com a Novacap, a prioridade é garantir a segurança das pessoas. O presidente da companhia, Júlio Menegotto, explicou que as informações emitidas pelos sensores serão enviadas para um computador, a serem analisadas em uma espécie de central de monitoramento.

“A central vai ser aqui no próprio canteiro de obras. Estamos instalando sensores nos quatro pilares definitivos e na laje, e qualquer movimento, o sensor capta isso, que vai para a sala de monitoramento. Daí é feita de hora em hora leitura desse movimento”, declarou Menegotto.

Segundo ele, atualmente a parte que restou do ponto onde houve o desabamento está “totalmente estável”. Foi colocado um cimento de alta resistência nas frestas do viaduto para reforçá-la.

O presidente da Novacap afirmou ainda que o bloco tombado deve ser retirado na próxima terça (13), quando acaba o processo de escoramento.

A estrutura vai servir para que engenheiros e especialistas da Universidade de Brasília (UnB) definam qual a melhor solução: reformar o viaduto no Eixão ou construir tudo do zero.

E como fica o trânsito?

Por enquanto, a área está cercada por tapumes. Só na quinta-feira, a Novacap vai liberar o trânsito nas chamadas “alças de circulação”. São faixas novas que contornam a pista no ponto onde houve o desabamento. Na prática, elas desviam os veículos que circulam no Eixão para o Eixinho.

A mudança tem prazo de validade. Assim que o viaduto for refeito, as alças desaparecem porque o tombamento de Brasília exige que o Eixão fique nas mesmas condições do projeto original da cidade.

 

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