Cura de paciente com HIV leva mundo a questionar se estamos mais próximos da cura da Aids

É apenas a segunda vez na história em que um paciente fica livre do HIV. A primeira foi há 12 anos

Uma doença quase 100% fatal. Assim era a Aids, quando a epidemia surgiu, no começo dos anos 80. Um diagnóstico positivo para o vírus HIV era quase uma sentença de morte. Agora, quase 40 anos depois, as notícias são bem melhores.

Nesta semana, numa das revistas científicas mais importantes do mundo e num congresso em Seattle, nos Estados Unidos, foi anunciada a cura de um paciente com o HIV. É apenas a segunda vez na história em que um paciente fica livre do HIV. A primeira foi há 12 anos.

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No caso anunciado esta semana, o câncer hematológico, ou seja, câncer do sangue, era um linfoma, num paciente que também tinha o HIV. O que se fez foi um transplante de medula óssea –para curar o linfoma e que acabou curando a Aids também. No transplante, os médicos primeiro retiram a medula óssea de um doador. Depois, num procedimento muito agressivo, destroem o sistema imune do receptor.

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