Coronavírus: 2.899 morreram de covid-19 no DF

Apesar do número de óbitos ainda ser alto, Secretaria de Saúde registra menos contaminações por covid-19

O Distrito Federal teve ontem 16 óbitos notificados por com- plicações decorrentes da covid-19, mas somente dois óbitos aconteceram, de fato, neste domingo. Os outros 14 casos são referentes a mortes que ocorreram de 13 de julho até o último sábado (12), mas só foram registrados agora. Com isso, o boletim da Secretaria de Saúde totaliza 2.899 óbitos de- correntes da pandemia, sendo que destes, 2.658 são de casos observa- dos em Brasília e 241 de pessoas de outras unidades da Federação que vieram se tratar aqui.

No DF como um todo são 176.837 os casos de pessoas contaminadas ou que contraíram a doença. E 163.527 pessoas se recuperaram, o que representa uma taxa percentual de 92,5% de recuperação.

Entre as vítimas fatais deste do-mingo, uma residia no DF e a outra era moradora e Goiás, na região do entorno. As duas eram mulheres, tinham mais de 60 anos e apresentavam comorbidades que agravam o quadro da doença.

A avaliação feita do balanço, conforme o painel da covid da Secretaria de Saúde é de que o DF continua em situação de estabilidade, com redução do número de casos confirmados, desde o início de setembro, embora o número de óbitos ainda seja alto.

As regiões administrativas que mais registraram mortes de 13 e ju- lho até ontem foram Taguatinga, Samambaia (as duas com três mor- tes, cada), Ceilândia (onde foram registradas duas mortes), Gama, Plano Piloto, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Santa Maria e Sobradinho (estas últimas, cidades que registraram cada uma, uma morte).

No topo do ranking das regiões administrativas do DF com mais pessoas contaminadas atualmente estão: Águas Claras, com 7.200 casos, Taguatinga, com 6.981 casos e Plano Piloto (6.233). Em quarto lugar vem o Gama (5.912 casos), Guará (5.773) e Samambaia, com 4.888 casos.

Dentre as principais causas de óbito dos pacientes por problemas que são gerados pela covid estão agravamento de cardiopatias, processos metabólicos, pneumopatias e nefropatias.

Em função da redução do número de casos e do quadro de estabilidade, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) tem anuncia- do que está prestes a iniciar uma desmobilização gradual dos leitos exclusivos para a doença na capi- tal, mas deixa claro que a pande- mia ainda é grave e que o processo será lento.

A expectativa é fazer com que, a partir de 26 de setembro, algumas vagas comecem a ser desativadas, obedecendo um cronograma.

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