Mais uma cobra é encontrada em apartamento de jovem picado por Naja

O animal estava escondido em um apartamento no Guará II, onde também foram localizados diversos ratos que seriam criados para servir de alimento à cobra

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio de policiais da 14ª Delegacia de Polícia (DP), em operação de cumprimento de mandado de busca e apreensão, localizaram e apreenderam, na manhã deste sábado (11) mais uma cobra do jovem que foi picado pela serpente Naja.

O animal estava escondido em um apartamento no Guará II, onde também foram localizados diversos ratos que seriam criados para servir de alimento à cobra. De acordo com apuração preliminar, os animais teriam sido deixados no apartamento pelo amigo do jovem que sofreu o acidente com a Naja (mesmo amigo que estaria vinculado à ocultação das outras 17 serpentes localizadas em várias regiões do DF).

O imóvel alvo das buscas estava desocupado e sob a responsabilidade de um servidor do Poder Judiciário, que está sendo conduzido à 14ª Delegacia de Polícia.

Tocador de víde

Outros animais apreendidos

Na tarde de ontem (10), a Delegacia de Combate à Ocupação Irregular do Solo e aos Crimes Contra a Ordem Urbanística e o Meio Ambiente (DEMA) deflagrou a Operação Squamata, com intuito de combater crimes contra a fauna, especialmente aqueles relacionados à manutenção ilegal de répteis em cativeiro e maus tratos contra animais.

Foram apreendidos, em uma Chácara na Colônia Agrícola Samambaia, 7 (sete) serpentes, sendo 5 (cinco) jiboias e 2 (duas) duas pítons, 3 (três) tubarões, um teiú e uma moreia. O responsável pelos animais apresentou a documentação de apenas uma das jibóias e do téiu, porém, estes, assim como os demais répteis, encontravam-se em situação de maus-tratos, em face do espaço inadequado em que estavam sendo mantidos.

O responsável foi autuado em flagrante delito pelos delitos previstos nos arts. 29, 31 e 32, da Lei de Crimes Ambientais, e foi multado administrativamente por fiscais do IBAMA.A DEMA informa que dará continuidade às investigações quanto aos indícios de tráfico internacional de animais, uma vez que quase todos são originários de ecossistemas de fora do Brasil.

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