Eleições 2018: exigência de candidatos a deputado barra chapas

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Os pré-candidatos ao Palácio do Buriti Jofran Frejat (PR), Rodrigo Rollemberg (PSB) e Eliana Pedrosa (Pros) enfrentam duros obstáculos para fechar as chapas proporcionais para o cargo de deputado federal

O desencontro das contas cria instabilidade e prejudica a conquista de aliados, estratégicos para fortalecer as campanhas.

A chapa do PR é assombrada por dificuldades jurídicas de personagens na órbita de Frejat, como o ex-governador José Roberto Arruda (PR) e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (MDB). Além disso, a grande expectitiva de votos das pré-candidaturas para federal da esposa de Arruda, Flávia Arruda (PR), Filippelli, Celina Leão (PP) e Olair Francisco (PP) tem afastado potenciais aliados.

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Apesar de liderar as pesquisas, Frejat está estacionado nas intenções de voto. Ou seja, o pré-candidato tem fôlego para passar pelo primeiro turno das eleições, mas não tem garantia de crescimento no segundo. Oxigenar a chapa é o caminho mais fácil para voltar a crescer.

Rollemberg vive um drama diferente. O meio político continua a apresentar uma forte rejeição ao governador. Até o momento, Rodrigo é exemplo de ficha limpa, mas por outro lado tem a imagem arranhada como político.

Visto como excessivamente centralizador, dezenas de personagens de diferentes partidos expressam dúvidas sobre a manutenção de acordos com Rollemberg. A promessa de uma noite vira a surpresa da manhã seguinte. A má avaliação do GDF entre a população também é um fator dificultador.

Além disso, a nominata atual apresenta um pré-candidato para a Câmara dos Deputados extremamente competitivo, o deputado distrital Israel Batista (PV). E, novamente, o fantasma de uma pré-candidatura forte causa arrepios entre os demais integrantes da chapa.

Por fim, na leitura de observadores a chapa de Pedrosa tem cabeça mas não tem corpo. Apesar da pré-candidata bater o pé na promessa de duas chapas para deputado federal, articuladores de outras siglas têm dúvidas sobre o fôlego real do bloco, composto com Pros, PTB, PMN, PTC e Patriota.

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A leitura recorrente é de que nas condições atuais o grupo só lançará uma chapa real, onde o pré-candidato Joaquim Roriz Neto (PMN) terá condições competitivas. E pela terceira vez, a maldição de um nome forte se faz presente.

Estratégias são distintas

Retirar o PRB da chapa de Izalci Lucas é uma solução no horizonte da pré-campanha de Frejat. Considerando certa a eleição de pelo menos um deputado federal, o partido com raízes evangélicas está analisando qual coligação também poderá garantir vagas majoritárias e na Câmara Legislativa. E esta insatisfação virou uma oportunidade.

PRB, PR, DEM, PP, MDB e Avante já fizeram pelo menos duas reuniões e preparam novas conversas. “Sou um cara democrático. Chamei Olair e Celina para participar. Vejo que tem grandes chances do PRB vir a somar no grupo de Frejat”, comenta um dos articuladores de Frejat, o presidente regional do PP, Rôney Nemer.

No plano do PSB, a expectativa para a conquista de novas aliados repousa nos futuros acordos nacionais. Segundo o presidente regional do PSB, Tiago Coelho, todos os partidos estão preocupados em eleger deputados federais para continuar a existir nas novas regras políticas, que demandam parlamentares na Câmara. O medo da extinção ou de uma fusão de emergência é maior entre as pequenas siglas.

Se o governador conseguir recuperar o apoio da Rede e do PDT, o dirigente não vê obstáculos, mesmo com o fato de os partidos terem diferentes nomes brigando pelo Planalto. “Dentro do diálogo, não há restrição de palanque”, afiança.

Eliana discorda dos céticos. “Temos condições de formar duas chapas, sim. E estamos fazendo cálculos muito sóbrios, conservadores eu diria”, argumenta. Por outro lado, a pré-candidata também garante que existem conversas com 8 potenciais novos aliados. Neste sentido, o bloco espera anunciar adesões na próxima semana.

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Saiba Mais

No caso das negociações para deputado federal, o PRB faz ressalvas em participar de uma chapa com Flávia Arruda. Ou seja, seriam necessárias ao menos duas coligações. Contudo, para Nemer o ideal é o chapão único.

Também para Tiago Coelho a aposta deve ser a do plano proporcional inicial para a Câmara dos Deputados: a construção de um chapão.

Por enquanto, comenta-se que o diretório nacional do PTB não exige a garantia de eleição de um deputado federal pelo DF.

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