Voluntários são chamados a se alistar no combate à violência contra mulheres

Ação desenvolvida no Itapoã está com inscrições abertas até sexta-feira (16). São 30 vagas para colaboradores sociais, estudantes e profissionais de diversas áreas

Enfrentamento à violência contra mulheres e meninas no Itapoã. Esse é foco do projeto que será desenvolvido pelas equipes de atenção primária à saúde na região administrativa.

O objetivo é ampliar as ações frente as agressões à população feminina. Estão abertas, até sexta-feira (16), no Portal do Voluntariado, as inscrições para 30 vagas destinadas a interessados em integrar as atividades.

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Podem se cadastrar voluntários sociais, estudantes e profissionais, que terão valorizados seus saberes pessoais na formulação das ações, segundo a gerente de Serviços da Atenção Primária à Saúde 2, do Itapoã, Fernanda Santana Gonçalves.

 

“Após a seleção, iniciaremos os debates para elaboração do projeto, com a participação de pessoas em todas as esferas — política, social cultural, educacional, bem como da saúde física, sexual ou psicológica”, enfatiza Fernanda.

Também serão incluídas atividades inovadoras nas áreas de artes, esportes, tecnologias da informação e de comunicação, mídia e campanhas. As ações já são promovidas pela ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas voltada à prevenção da violência de gênero.

A proposta prevê ainda oficinas e rodas de conversas. “A participação feminina nos movimentos sociais pode despertá-las para questões comunitárias, como protagonistas, de modo a romper com o isolamento, fator encontrado em quase todas as situações de violência”, completa a gerente.

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Segundo ela, os voluntários serão divididos em grupos para conduzir o processo nas seguintes frentes:

  • 1 — Identificar instituições com o mesmo propósito e/ou que já faça algum atendimento a estas mulheres e meninas
  • 2 — Acionar a rede de proteção à mulher da região
  • 3 — Identificar espaços comunitários para que mulheres e meninas possam se reunir
  • 4 — Criar rodas de conversa com troca de experiências e espaço para discussões sobre o tema
  • 5 — Possibilitar oficinas a fim de reconhecer e valorizar o trabalho doméstico e de cuidado não remunerados
  • 6 — Identificar no território habilidades e talentos para uma possível oficina de gerar renda
  • 7 — Desenvolver conversas sobre a responsabilidade compartilhada dentro do lar e da família
  • 8 — Promover espaços onde a mulher poderá conhecer seus direitos

Projeto de enfrentamento à violência contra mulheres e meninas no Itapoã

Inscrições até 16 de março (sexta-feira)

No Portal do Voluntariado

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