DFTrans: a prova cabal da máquina de fazer dinheiro e votos nas eleições de 2018

Por Mino Pedrosa

A caixa preta do governo de Rodrigo Rollemberg (Partido Socialista Brasileiro – PSB) foi aberta com a “Operação Trickster” no DFTrans. São inúmeras citações de nomes ligados ao governador inclusive o da primeira dama, Márcia Rollemberg, a praticar atos que culminaram com um prejuízo milionário para os cofres públicos do GDF dentro do DFTrans.

A Operação da Polícia Civil que levou para a cadeia o ex-chefe de bilhetagem, Harumi Tomonory Honda Junior (PSB) e indiciou o ex-diretor do DFTrans, Léo Carlos Cruz (PSB) e outros por fazerem parte de um grupo criminoso instalados por indicação do ex-governador do Espírito Santo, Renato Casa Grande (PSB) e nomeados por Rollemberg no esquema de bilhetagem.

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A ORCRIM depois de desbaratada pela PCDF foi substituída e novamente com a anuência de Rodrigo Rollemberg e a benção de Renato Casa Grande. A máquina de fazer dinheiro continua a todo vapor cometendo os mesmos crimes.

O tráfico de influência praticado dentro da autarquia fica evidenciado com a ordem para demitir e contratar pessoas do ciclo de relações privilegiadas, leia-se: cabos eleitorais para a grupo político da reeleição de Rollemberg, pagos com o dinheiro do contribuinte. A denúncia foi feita no sindicato por ex-funcionários da empresa que denunciaram o abuso nas demissões. Entre esses Karlon Rodrigues Costa que prestou vários depoimentos na Polícia Civil e inclusive citando a primeira dama Márcia Rollemberg.

O absurdo do governo em manter a máquina do Estado a serviço do crime desafia a Polícia Civil que já desbaratou uma vez o braço criminoso e está trabalhando para extirpar as verdadeiras cabeças do crime que se escondem em cargos do auto escalão. Alguns até com mandatos parlamentar confiantes do foro privilegiado. No entanto, parece que os espertalhões estão subestimando a inteligência da Polícia.

O documento prova cabal do mecanismo criminoso está sendo publicado com exclusividade nessa reportagem do site Quidnovi.com.br. Entre os nomes relacionados com as indicações está o atual diretor geral do DFTrans, Marcos Tadeu de Andrade, com uma funcionária do lar de um dirigentes do órgão. Também são citados como manipuladores de cargos o deputado distrital, Roosevelt Vilela e o todo poderoso ex-secretário, Marcos Dantas. Diante dos fatos documentado, cabe ao Ministério Público, Polícia Civil e a Justiça, estancar a sangria nos cofres do DFTrans, explorada por uma grupo de pessoas com a intenção do mal uso do dinheiro público.

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O ex-secretário Marcos Dantas e hoje pré-candidato a uma vaga na Câmara Federal foi amplamente citado como um dos arrecadadores dos recursos desviados do DFTrans para a sua pré-campanha e reeleição do governador Rodrigo Rollemberg. A PCDF dividida entre Rollemberg e a oposição está numa saia justa em se aprofundar nas investigações e se deparar com o alto comando do governo do Distrito Federal ligados ao esquema criminoso.

A esperança é o inquérito sigiloso que tramita entre a Justiça e o Ministério Público por figurar pessoas com o foro privilegiado. O barril de pólvoras já tem o seu pavio aceso e a qualquer momento pode levar para os ares figuras com poder, que se consideram imunes.

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