Ligeirinhas de sexta

Enxugando gelo

Apesar da resolução Resolução 706/2017 do Contran e Denatran, órgãos afins que regulamenta o uso de veículos coletivos e individuais em todo território brasileiro, esta determinado a data para aplicações de multas em pedestres e ciclistas. A data marcada para entrar em vigor é em abril próximo. Este colunista tem observado a ineficiência em relação a como aplicar as multas.

Por exemplo, como serão autuados por agentes públicos os menores de idade? No escopo da multa quais documentos dos “infratores” serão mencionados? No caso de embriaguez, como serão constatadas as infrações? Em caso de recolhimento das bicicletas, onde ficarão depositadas estes veículos?

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A questão da multa aplicada em ciclistas será feita através do número chassi ou através de nota fiscal do proprietário? Ao meu ver todos os ciclistas deveriam esta cadastrados nos Detrans através de uma emissão de título de propriedade veicular.

Para confundir ainda mais o cenário, a resolução não apresenta soluções para recurso das infrações e julgamento das mesas. A pergunta que fica é a seguinte, serão como veículos automotores?

Esperar para ver. Mas como tudo na República, há quem diga que essa resolução será empurrada com a barriga e terá a data de início prorrogada.

 

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Burocracia institucional

Passe livre é bloqueado para estudantes que fazem aulas de verão no DF

Continua problemática as emissões dos cartões de passe livre estudantil da tão conhecida bilhetagem eletrônica.

Ao verificar pessoalmente junto ao posto central do DFTRANS em Brasília a emissão dos cartões de passe livre estudantil, este colunista constatou que a burocracia continua emperrando e onerando os bolsos dos pais e familiares de estudantes da rede pública de ensino do DF.

Para se ter uma ideia, a simples tentativa de se fazer uma segunda via do cartão implica num verdadeiro calvário para aqueles que realmente precisam do benefício.

São intermináveis cadastros para serem preenchidos e pagamento bancário a ser feito no BRB mais próximo, o que implica em perda de tempo com o deslocamento.

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Toda essa burocracia tem a desculpa de evitar fraudes. Como todos, sabem não justifica, afinal, as fraudes que arrombam os combalidos cofres do GDF são aplicadas na bilhetagem pelas próprias empresas que deveriam fiscalizar o setor e não pelo cidadão.

Vale lembrar que enquanto o estudante não recebe o cartão, seus familiares têm de arcar com as despesas, mas o governo ainda paga pela viagem não realizada, deixando as empresas receberem por um serviço que não esta sendo prestado.

Como sempre, o ano letivo irá começar com grandes filas e verdadeiro caos nas dependências do DFTRANS e nem precisa ser adivinho para prever isso.

 

Sujeira sem fim

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O rotineiro hábito de sair de casa rumo aos afazeres do dia a dia as vezes passa pelos ônibus semiurbanos e urbanos que trafegam nas rotas e linhas da Grande Brasília.

Nem o DFTRANS, o DER e muito menos a ANTT vem fiscalizando a manutenção bem como a higienização dos ônibus. É uma verdadeira imundice com barulho interminável  de lata ao usar o transporte.

As campanhas para utilização do transporte público é uma verdadeira contradição. Como incentivar o cidadão a deixar o carro em casa se os ônibus que estão em circulação não oferecem um serviço de qualidade com o mínimo de higiene.

Ninguém em sã consciência vai deixar o carro em casa para pagar caro pelo transporte, além de chegar todo sujo e estressado em seu objetivo.

Não existe outra palavra, a não ser ineficiência

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Com muita frescura

Como já é publico e notório, o DETRAN de Brasília parece não aprender com os erros. A bem pouco tempo um cidadão flagrou a vergonhosa atuação de agentes do DETRAN se esquivando do serviço ao ar livre em pleno horário de pico no Setor Comercial Sul.

Ao que tudo indica o DER também incide no mesmo erro operacional. Difícil mesmo de ver, são agentes ao ar livre fazendo o ordenamento de fluxo nas vias públicas do Distrito Federal.

Com o calor que é comum no planalto central, tem muita gente que gosta mesmo é do conforto e do ar-condicionado.

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Com a palavra Silvain Fonseca, diretor do DETRAN-DF

 

Tragédia anunciada

Chega a soar blasé aos ouvidos a velha máxima de que o carro é uma arma.

Na noite desta quinta feira (18) o Brasil parou para entender uma das maiores tragédias acontecidas no país.

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No Rio de Janeiro, um motorista não habilitado após sofrer uma convulsão deixou em pânico uma das praias mais movimentadas e famosa do planeta.

Já na Capital da República, um casal de idosos (foto) em sua caminhada rotineira teve a vida ceifada por um acidente fatal em pleno Lago Norte, bairro nobre de Brasília.

O que têm em comum os acidentes do Rio e do DF. O primeiro poderia ter sido evitado se a legislação do trânsito exigisse rigorosos exames médicos e colocassem para fora todos que não estivessem aptos a conduzir qualquer tipo de veículo.

Em Brasília uma maior fiscalização na via do Lago Norte poderia ter impedido a tragédia. Mesmo com a redução da velocidade daquela avenida é bem conhecido a falta de respeito com a velocidade, uma vez que o velocímetro travou a mais de 100 quilômetros por hora e pelo visto não vai ser a última vez que famílias choram a perda de entes queridos devido ao trânsito.

BDF na Rede

         

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Maio, 2018

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