Amor por plebeia e confronto entre reinos marcam ‘Deus Salve o Rei’

Com autoria de Daniel Adjafre, folhetim tem estreia prevista para janeiro de 2018

Escolhas e consequências são as bases para a novela “Deus Salve o Rei”, comparada à série “Game Of Thrones” antes da estreia, prevista para janeiro de 2018. Com autoria de Daniel Adjafre, o folhetim tem como pano de fundo o fim da paz entre os reinos de Montemor e Artena. Montemor possui minério de ferro em abundância, mas tem deficiência de água. O recurso, porém, é muito presente em Artena. Um acordo feito no passado promete o minério produzido em Montemor à Artena em troca de água. No entanto, o vínculo é estremecido após a morte da rainha de Montemor, Crisélia (Rosamaria Murtinho).

Afonso abdica do trono por amor à uma plebeia

Príncipe herdeiro de Montemor, Afonso, vivido por Romulo Estrela em uma troca de elenco de última hora, foi preparado desde a infância para assumir o trono. O nobre é honrado, justo e possui uma personalidade “cheia de nuances”. Com a morte da avó, Afonso é a primeira escolha para comandar o reino. Mas, o príncipe decide abdicar da coroa por causa do amor pela plebeia Amália, a mocinha não tradicional interpretada por Marina Ruy Barbosa. Dessa forma, o trono fica nas mãos de seu irmão, Rodolfo (Johnny Massaro). Casado com Lucrécia, cujo papel ficou sob responsabilidade de Tatá Werneck, Rodolfo é o oposto de Afonso e não tem preparo para ser rei. O jovem pensa apenas em aproveitar as mordomias da vida luxuosa.

Catarina tem planos expansionistas para o Reino de Artena

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Augusto (Marco Nanini) é o rei de Artena. Benevolente e sábio, o nobre possui a filha, Catarina (Bruna Marquezine), uma vilã divertida e ambiciosa, como sua sucessora no trono. A jovem, entretanto, possui planos ambiciosos para o reino e não vai economizar para conseguir realizar seus desejos. Com a crise na sucessão de Montemor, Catarina vai ter uma oportunidade para colocar os objetivos expansionistas em prática. Apaixonada por Afonso, de quem vai disputar o amor com Amália, a princesa ainda terá um envolvimento com Constatino, nobre interpretado pelo ator português José Fidalgo.

‘Partimos do drama para chegar na comédia”, explica o diretor

Para o diretor artístico Fabrício Mamberti, a novela tem como objetivo questionar o poder do destino: “É uma novela que parte de uma linha dramática destes dois reinos, que dependem um do outro, e num determinado momento entram em conflito. Partimos do drama para chegar no humor”. O autor ainda explicou como o humor e o drama se misturam: “A novela é uma trama medieval que tem como ponto de partida dois príncipes que não querem o trono. É uma história que tem já, na essência, um elemento muito dramático e muito cômico entre esses dois príncipes, irmãos: um com medo de ser rei e outro abdicando ao trono por amor a uma plebeia”.

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Dezembro, 2017

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