Mobilidade Urbana, a viagem inicial

Historicamente o ser humano tem mostrado o seu alto poder de adaptação. Segundo Martin Luther King “aprendemos a voar como pássaros e a nadar como peixes só não aprendemos a conviver como irmãos”.

Deixando de lado a questão moral da frase, com nossa inteligência conseguimos ir além das fronteiras de nosso corpo. Por nossa inteligência, podemos viajar grandes distâncias, voando como os pássaros fazem, ou nadando como os peixes.

Por outro lado o homem também mostra, ao longo de sua história, que ele costuma temer o desconhecido. É quase um instinto sentir medo daquilo que não conhecemos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE


Sendo assim, os avanços tecnológicos nos deram a oportunidade de viajar, percorrer grandes distâncias, chegar a lugares distintos, conhecermos novos rumos. Mas, então sentimos o medo da desconhecida direção que tomaremos. Esse sentimento geralmente é o que predomina na viagem inicial, pois afinal, na próxima, já temos uma ideia do que esperar.

Quando inicialmente se executa algo como um trajeto, são necessários alguns cuidados para que tudo corra bem, sem contratempos e para que essa experiência possa ser lembrada como uma recordação feliz e não uma memória triste. Esses cuidados podem variar de acordo com o meio de transporte escolhido para se fizer esse trajeto. Varia também com a distância do trajeto a ser percorrida.

Transporte aéreo.

Um transporte rápido e que está ficando cada vez mais acessível. São milhares de voos todos os dias. O número de viagens tem crescido pelo fato dos preços de passagem aéreos não estarem caras como em outros tempos. Mais pessoas no trajeto gera um valor menor a ser pago.

Como reflexo da popularização desse meio de transporte, pessoas de todas as idades estão tendo a oportunidade de fazer seu primeiro trajeto de avião.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE


 

Trajeto de carro.

Para pequenos e médios trajetos, de carro é uma boa opção. Dá a possibilidade de fazer as paradas a seu gosto, para qualquer lugar. Também tem as desvantagens do tempo que você dispõe para fazer qualquer trajeto que planejar. Por isso, pense bem antes de assumir a responsabilidade de guiar um carro até uma cidade, estado ou ate mesmo um pais.

Trajeto de ônibus.

O ônibus foi o primeiro meio de transporte público. Seu nome já remete à sua função, “omnibus”, como foi chamado no seu início, e significa “para todos”. Nasceu na França, em Nantes, no ano de 1826. A ideia da criação de um veículo com dimensões tão superiores a veículos convencionais partiu de um oficial do exercito francês, Stanislav Baudry. Ele queria criar um transporte que servisse de ligação entre sua propriedade, muito visitada pelo fato de oferecer de banhos públicos e o centro da cidade.

De lá para cá, o ônibus continuou sendo um transporte público amplamente usado. Ainda hoje, é um dos veículos públicos mais utilizados pela população. Tanto o número de pessoas que usa o ônibus cresceu, que esse transporte passou a ser usado em viagens com distâncias bem maiores que as percorridas por dentro da cidade. As construções de novas estradas deixam, hoje, a viagem de ônibus viável e num período de tempo razoável, dependendo da sua distancia. Hoje a viagem de ônibus é, em alguns casos, a opção de melhor custo beneficio.

Transporte coletivo aquaviário.

 O transporte coletivo aquaviário no Brasil encerra em si grande complexidade. Abrange tanto embarcações que navegam em mar aberto como em águas do interior, estando sujeito às variações climáticas e às marés, num país cuja dimensão territorial é, praticamente, continental. Existe um grande número de rios e lagos navegável e uma extensa faixa litorânea. Embora em algumas regiões ainda seja pouco utilizado, em outras, como a Região Norte do Brasil, é amplamente utilizado e constitui-se no principal, senão o único, veículo de transporte de muitas populações ribeirinhas.

Em decorrência do Decreto 5296/04, que determinou ao Inmetro/Sinmetro estabelecer quais as alterações que as embarcações deveriam sofrer para garantir acessibilidade às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, o Inmetro necessitou fazer um diagnóstico sobre a real situação do transporte aquaviário no país. Para tal, foi realizada uma pesquisa sobre o Sistema de Transporte Coletivo de Passageiros, efetuado por meio de embarcações navegando em mar aberto e águas interiores do Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE


Para essa pesquisa, o Inmetro contou com a fundamental colaboração da Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade – RBMLQ-Inmetro, presente em todos os Estados do País, bem como o auxílio da Diretoria de Portos e Costas da Marinha do Brasil.

Foram realizadas visitas em portos, ancoradouros, terminais e demais pontos de embarque e desembarque de passageiros, determinados em função de um mapeamento, que garantiu que fossem contempladas todas as peculiaridades das diferentes regiões brasileiras, os diversos tipos de pontos de embarque e desembarque, suas principais funções e importância estratégica para a região. Visitas técnicas foram realizadas às delegacias, capitanias e agências da Marinha do Brasil, com vistas a avaliar os diversos componentes do sistema, como embarcações, pontos de embarque/desembarque, gestão do sistema e outros.

Com base no resultado dessa pesquisa, foi definido um elenco de adaptações possíveis para determinados tipos de embarcações, conforme o Regulamento Técnico da Qualidade para Inspeção da Adaptação de Acessibilidade em Embarcações Existentes Utilizadas no Transporte Coletivo de Passageiros, aprovado pela Portaria Inmetro / MDIC nº 232, de 30/06/2008.

A pesquisa evidenciou a grande diversidade de tipos de embarcações e terminais por todo o Brasil, refletindo as diferentes realidades socioeconômicas do país. Em sua grande maioria, tanto os terminais quanto as embarcações foram concebidas sem levar em consideração aspectos de acessibilidade. Vários tipos e portes de embarcações existentes não poderão inclusive sofrer adaptações visando à acessibilidade, porém as embarcações de maior porte serão contempladas e sofrerão as devidas adaptações, conforme determinados no RTQ acima mencionado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE


Uma das constatações da pesquisa é que aproximadamente 70% da frota de embarcações está concentrada na região norte e nordeste, há grande informalidade no transporte, muitas construções artesanais e terminais totalmente improvisados e praticamente inacessíveis a qualquer pessoa humana.

A inédita pesquisa possibilitou ao Inmetro cumprir com a sua tarefa, auxiliou a ABNT na formulação da norma NBR 15450:2006 – Acessibilidade de Passageiros no Sistema de Transporte Aquaviário, bem como forneceu dados aos demais órgãos gestores para a melhoria do sistema de transporte aquaviário.

Em função dessa enorme complexidade do transporte aquaviário, foi elaborado Acordo de Cooperação Técnica entre o Inmetro, a Marinha do Brasil, por intermédio da Diretoria de Portos e Costas, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos, por intermédio da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ. O referido Acordo de Cooperação tem o objetivo de estabelecer a mútua cooperação entre os partícipes, visando atender às determinações do Decreto 5296/04, conforme os artigos 40 e 41, isto nas ações relativas à implementação de programas de avaliação da conformidade quanto à acessibilidade no transporte aquaviário coletivo de passageiros.

VEM  APARTIR DESSAS DIVERSAS FORMAS E MODAIS DE TRANSPORTES A NESCESSIDADE DE SE DISCUTIR E IMPLEMENTAR UMA POLITICA PARA A INTERMODALIDADE DOS TRANSPORTES NO BRASIL.

BDF na Rede

         

PUBLICIDADE

Setembro, 2018

Filtrar eventos

26set20:0023:00Andrea Bocelli | Brasília - DF

27set08:0022:00Brasília Capital Fitness 2018

28set08:0022:00Brasília Capital Fitness 2018

29set08:0022:00Brasília Capital Fitness 2018

30set08:0022:00Brasília Capital Fitness 2018

PUBLICIDADE
X

Send this to a friend