Falta de fiscalização e planejamento gera o caos na mobilidade em Brasília

Os setores de fiscalização dos Órgãos Gestores da Mobilidade Urbana do Distrito Federal nunca funcionaram. Chegar a esta conclusão não foi muito difícil para a coluna Transitando.

Um simples flagrante pelas ruas da cidade demonstra que existe uma omissão por partes dos agentes públicos que deveriam fiscalizar a mobilidade do DF.

A começar na área da acessibilidade, a população está totalmente desprovida. Não existe calçadas para pedestres, os abrigos de ônibus e passarelas foram implantados em lugares inadequados e estão completamente abandonados, servindo apenas como meio para algumas agências divulgarem shows.

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Parece brincadeira, mas as paradas de ônibus de Brasília, não protegem o usuário do sol, muito menos da chuva, o calor e o frio são constantes, evidenciando uma falta de projeto técnico e planejamento.

As poucas calçadas existentes no DF que deveriam ser utilizada somente por pedestres já estão deterioradas e devido à ausência de fiscalização de agente do DETRAN e DER são utilizadas para estacionamentos irregular de veículos.

Deficientes

Os deficientes não têm do poder público o mínimo de respeito e consideração. Nas poucas calçadas existentes, em seus projetos não contemplaram os portadores de necessidades especiais que deveriam ter à disposição, rampas, rebaixamento para cadeirante, guia no piso para cegos, as botoeiras semafóricas que foram implantadas juntamente com as poucas faixas de pedestres não possuem mensagens em áudio para as travessias.

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Faixas

Ao aproveitas os 21 anos de implantação da obrigatoriedade de parada na faixa de pedestre, deveriam ter sido projetadas e elaboradas uma evolução nas mesmas. Atitudes simples revelaram em outros Estados um bom resultado.

A exemplo das cidades de Natal e Parnamirim no Rio Grande do Norte. A SEMOB implantou uma faixa de pedestre que na prática também serve como redutor físico de velocidade. Um ressalto na confecção do asfalto em toda dimensão da faixa de pedestre serviu como redutor de velocidade para veículos leves e pesados, fazendo com que o pedestre se sinta mais seguro e foi bastante utilizados em embarque e desembarque de escolas públicas e privadas.

Estacionamentos

Ao que tudo indica o DETRAN-DF está mesmo é preocupado em aumentar a arrecadação do que em fiscalizar e ordenar o trânsito da Capital Federal.

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Os estacionamentos públicos na área central de Brasília é um verdadeiro território sem lei e ordem, sempre a mercê de flanelinhas sem o mínimo preparo e cadastramento.

Com a falta de demarcação de vagas os motoristas estacionam em qualquer lugar, isso sem falar da falta de iluminação e segurança pública.

Para piorar o cenário a proximidade das eleições faz com que o Órgão fique sem poder fazer o que lhe é de direito. Afinal de contas qualquer incomodo à comunidade se transforma numa verdadeira dor de cabeça para o Palácio do Buriti.

Um grande exemplo é a mudança no trânsito de Águas Claras. Uma população irada pediu ao Detran uma solução técnica para o engarrafamento. Não querendo bater de frente com a comunidade a direção do Órgão implementou uma desastrada solução que não só deixou o trânsito pior, mas também acabou por irritar ainda mais a comunidade.

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Fontes ouvidas pela coluna destacam o prejuízo pela falta de critérios e estudos para implementação da mudança, não foi só moral, mas também financeiro, afinal, a implantação da sinalização horizontal e vertical e semafórica vai ficar perdida, ou seja, dinheiro jogado fora.

BDF na Rede

         

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Setembro, 2018

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