Cuidados com os animais no inverno são essenciais na prevenção de doenças

inverno

Veja algumas dicas de como prevenir a traqueobronquite infecciosa canina e a rinotraqueíte felina, doenças mais propensas em cães e gatos em temperaturas mais baixas

Com a chegada do inverno e a queda abrupta nas temperaturas, a saúde dos pets fica prejudicada. Além de sofrerem com o desconforto causado pelo frio, os cães e gatos são mais propensos a desenvolverem problemas de saúde nesta época.

Doenças como traqueobronquite infecciosa canina – conhecida como tosse dos canis ou gripe dos cães –, além de doenças respiratórias e osteoarticulares em animais idosos, são algumas das patologias mais frequentes nos pets durante o inverno.

Dicas e cuidados com seu pet no inverno
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Cães: Traqueobronquite infecciosa canina (similar à gripe dos humanos). Tosse seca, secreções nasais, espirros e a impressão de que cão está engasgado são sinais de gripe nos cães.

Gatos: Panleucopenia, calicivirose e rinotraqueíte felina (similar à gripe dos humanos). Espirros, secreção nasal, falta de apetite e febre são sintomas dessa doença nos felinos.

Para evitar que seu pet sofra com a temperatura mais fria do ano. Veja uma série de cuidados que devem ser tomados com esses animais:

  • Evite que os animais fiquem expostos ao frio intenso e a umidade;
  • Priorize o uso de caminhas e cobertas;
  • Evite passear com seu pet em horários onde o frio é mais intenso, como o início da manhã ou o final da tarde, por exemplo;
  • Estimule o consumo de água distribuindo mais potes pela casa e fazendo uso de fontes, que mantêm a água em movimento.

Cães e gatos idosos

Os cães e gatos idosos requerem atenção especial no inverno. A perda de massa muscular e de camada de gordura, natural do envelhecimento, faz com que sintam mais frio, e em animais com problemas articulares a dor tende a aumentar. Sendo assim, pets acima de sete anos de idade, de todas as raças, devem ser observados de perto durante o período mais frio do ano.

É importante observar se eles ficam muito deitados, pois apesar de ser natural que os cães e gatos durmam mais no inverno, isso pode ser sinal de dor nas articulações e músculos. Subir e descer degraus também pode ser um desafio para eles e causar dores.

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Por isso, recomendamos que eles sejam acompanhados de perto por um veterinário, principalmente nessa época do ano.

Alimentação dos pets

A alimentação dos cães e gatos no inverno também deve ser levada em consideração, pois eles têm maior apetite por causa de o gasto energético ser maior.

O indicado é que se aumente de 15% a 20% a quantidade de ração fornecida ao animal durante o inverno, mas esse aumento deve ser muito bem analisado para se evitar a obesidade. Os animais obesos devem receber a quantidade e a ração habituais.

Dicas e cuidados com seu pet no inverno

Vacinação em dia

Além dos demais cuidados, os tutores devem estar com a vacinação dos seus pets em dia, já que no inverno o estresse da mudança das temperaturas favorece o aparecimento das viroses nos animais. No entanto, o ideal é que esse acompanhamento seja feito durante o ano todo.

“A vacina indicada para os cães neste período é a traqueobronquite infecciosa canina. Para os gatos é a vacina V3 e V4, que protege os felinos das infecções que afetam a parte respiratória e ocular”, diz o especialista.

Frequência dos banhos

Durante o inverno, os banhos não devem ser descartados. O processo de higienização do pet pode ser realizado normalmente, mas com menor frequência.

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“O banho pode ser indicado no inverno, mas diminuindo sua frequência. É importante ter o cuidado de secar bem o animal e não sair com ele no frio logo após o banho. O indicado é que se aguarde um tempo após o banho, para evitar o choque de temperatura.”

Roupinhas

Os acessórios não servem apenas para embelezar os animais. As roupinhas ajudam a manter o calor dos pets, principalmente dos animais com pêlo curto ou que não possuem subpelo. Embora esses cuidados sejam essenciais, é importante que o tutor:

  • Escove os pêlos dos pets todos os dias para que não embolem e causem desconforto ou, até mesmo, a proliferação de fungos;
  • Troque a roupinha a cada dois dias, para evitar o acúmulo de sujeira e umidade.

 

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