Vai deixar o gato em casa sozinho? Veja algumas dicas e cuidados importantes

Vai deixar o gato em casa sozinho? Veja algumas dicas e cuidados importantes

Nem sempre é possível manter o gato sob supervisão e alguns cuidados garantem a segurança e o bem-estar dele

Cuidar de um pet pode, muitas vezes, ser desafiador e até um pouco cansativo. Quando uma pessoa passa o dia todo fora (ou boa parte dele), manter o gato em casa seguro e feliz pode ser ainda mais complicado, mas é possível pensar em algumas soluções para o tutor ficar despreocupado.

Não é raro o gato em casa simplesmente cometer alguns erros e fazer uma certa bagunça na ausência do dono, apesar de isso ser um comportamento mais comum em cachorros. Para evitar esse tipo de transtorno, o pet ficar mal alimentado, entediado ou até se machucar sozinho, é interessante conferir algumas dicas e cuidados importantes.

Caixa de areia limpa
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Um dos principais cuidados refere-se, sem dúvida, à caixa de areia. Esse é o espaço usado pelo gatinho para fazer suas necessidades e ao final de um dia com certeza estará bem suja. Por isso, antes de sair, garanta um local limpo e organizado para o animal ficar confortável.

Além disso, se o felino perceber que está tudo sujo, vai procurar outro lugar na casa para usar, o que não agrada ninguém e só vai causar mais bagunça.

Isso não deveria ocorrer, mas caso o tutor costume esquecer esse hábito, é válido colocar um bilhete ou lembrete no celular mesmo para ter certeza.

Comida e água

Antes de sair nunca esqueça de trocar a água do seu pet e deixar em um recipiente fundo, para não acabar nas primeiras horas do dia. A  comida não poderá ser dividida em várias refeições, então o melhor é dar a maior parte (3/4 da quantidade diária, mais ou menos) no período da manhã e quando chegar à noite dê o resto. Se antes o pet estava acostumado a comer muitas vezes ao dia, no começo ele estranhará e talvez sinta mais fome por não estar acostumado. Por isso, se der tente habituá-lo com isso antes de iniciar esse processo.

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Brincadeiras

As  brincadeiras para gatos sozinhos são fundamentais para mantê-los ativos, ainda que não tenham com quem interagir. Alguns brinquedos e atividades são práticas e baratas para o tutor oferecer. Isso ajuda o pet a se distrair, afastar o tédio e ainda exercitar os músculos e a mente. É uma forma de ele não sentir tanto a falta do tutor e evita o estresse e a depressão.

Barulho por perto

Para diminuir a ansiedade do animal e principalmente a sensação de solidão, ligar a TV, o rádio ou algum aparelho que faça barulho e emita vozes pode ajudar. O gato se sente mais seguro e é como se seu dono estivesse por perto ou se pelo menos houvesse alguém com ele.

Proteção e segurança

Gatos são livres e adoram escapar pela janela, porta e subir em prateleiras e lugares altos. Aventureiros, eles não têm muita noção do perigo que correm e por isso precisam estar protegidos, principalmente se morar em apartamento. Antes de colocar um felino dentro de casa, as janelas, parapeitos e piscinas – no caso de casas – devem ter redes de proteção.

O ideal é proteger também as quinas das estantes e mesas, caso o gatinho seja do tipo que adora pular e explorar as alturas. Se possível, retire objetos desses espaços e deixe livre para evitar machucados e acidentes. Afinal você não quer nada da decoração quebrado, não é mesmo?

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Companheiro

Apesar de não caber nas despesas de muita gente e nem na própria casa, talvez seja a interessante pensar em adotar outro gatinho , de preferência da mesma raça ou de temperamento tranquilo, para evitar brigas. É uma solução para felinos carinhosos e que precisam de atenção e companhia constante. Além disso, é uma forma de ter ainda mais um amigo no seu lar.

Mas, claro, é sempre bom ter cautela para apresentá-los, a fim de evitar conflitos, e também é preciso avaliar a conta bancária, os custos envolvidos na criação de outro animal e o espaço e tempo demandado por ele. Afinal, um filhote exige bem mais de nós do que um já crescido e acostumado com o ambiente.

“Pet sitter”

Nem sempre as pessoas gostam de deixar seus respectivos bichinhos com estranhos ou mesmo na mão de conhecidos, porque não querem incomodar. Porém, em alguns casos, se o tutor passa mais de 24 horas fora de casa, por exemplo, ou costuma viajar muito, é importante ter alguém de confiança para cuidar dele. Uma hora a comida vai acabar e a água também, além da caixa ficar bem suja e inutilizável. Se não quiser deixar em um gatil, então pelo menos deve ter uma pessoa para fazer o básico.

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Ao contratar alguém para cuidar do pet, o melhor é deixar indicado em algum lugar a quantidade de comida a ser dada para não ter erro. Se possível, separe em diferentes recipientes o tanto de cada refeição. Assim, basta a pessoa oferecer um pote por horário de alimentação.

Quando ficar atento

Alguns sinais podem indicar que o gato fica tempo demais sozinho e precisa de mais atenção. Apesar de ser um animal mais independente, ele também precisa de carinho e nem toda raça se acostuma facilmente com esse tipo de experiência. Se o felino apresentar algum dos seguintes sintomas, é indicado procurar um veterinário e tentar adaptar a rotina:

  • Fazer xixi e cocô no lugar errado
  • Queda intensa de pelo
  • Falta de apetite
  • Mudança no comportamento de forma geral, como irritação, agressividade ou apatia

Alguns feromônios podem ajudar a aliviar a ansiedade do felino, assim como os outros sintomas do estresse. No entanto, esse método alternativo artificial deve ser indicado pelo veterinário.

Uma forma muito importante de amenizar esses sintomas também é oferecendo muito gato em casa, assim que chegar. Tente passar o máximo de tempo com ele todo momento que puder. Afinal, adotar um pet envolve não só comprar coisas para ele, mas também dar muita atenção, afagos e dedicar-se.

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