Para não repetir o erro do Nazismo

Olá, meu bom leitor.

Antes de começar precisamos dizer, de forma clara e direta, que nós da coluna LiterArte repudiamos o nazismo, neonazismo, racismo, xenofobia, homofobia, machismo e qualquer outra forma de expressão ou de ideologia que diminua o ser humano ou que pregue sua segregação. Ultimamente temos visto grupos de pessoas autodeclaradas nazistas, supremacistas brancos e da extrema-direita americana gritavam palavras de ordem e de ódio.

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Sabemos que leitores de verdade podem ser melhores do que isso, e temos certeza que nossos leitores não compartilham de um pensamento tão pequeno e tão cheio de ódio.

É inacreditável fazer uma lista de livros para exemplificar o porquê do nazismo não ser um caminho, e isso em pleno 2017, mas vamos lá. Listamos cinco livros que eu já limos, com suas sinopses, que mostram da melhor forma possível que não podemos cometer os mesmos erros do passado.

O Menino do Pijama Listrado

Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. ‘O menino do pijama listrado’ pretende ser uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

O Homem que Venceu Auschwitz

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Este livro conta a história real um soldado britânico que se infiltrou no campo de concentração de Auschwitz. No verão de 1944, Denis Avey trabalhava num campo de prisioneiros de guerra próximo ao campo de concentração de Buna-Monowitz, conhecido como Auschwitz III. Já tinha ouvido falar da brutalidade no tratamento dos prisioneiros de lá e estava determinado a testemunhar o que podia. Traçou, então, um plano para trocar de lugar com um prisioneiro judeu e infiltrou-se no campo de concentração, onde foi a testemunha ocular da barbárie que lá ocorria. Durante muitas décadas, Avey não se sentiu preparado para relatar a experiência do passado, porém, aos 91 anos, procura revelar neste livro tudo o que presenciou.

A Lista de Schindler

‘A Lista de Schindler’ é a história real e emocionante do empresário alemão Oskar Schindler, que num gesto humanitário de extrema ousadia salvou a vida de milhares de judeus, ao mesmo tempo que contava com o apoio dos nazistas. Aparentando desinteresse pela política, e fingindo explorar o baixo custo da mão-de-obra judia, o que Schindler fazia era empregar os inocentes que de outra forma morreriam nos campos do Holocausto.

Uma Mulher em Berlim

O comovente e trágico diário de uma jovem berlinense, escrito entre 20 de abril de 1945 e 22 de junho do mesmo ano, durante a invasão e consequente ocupação russa da capital alemã. Em um relato preciso e emocionante, a autora descreve a vida miserável que levou e os repetidos estupros que sofreu durante esse período.

Ano Zero: Uma História de 1945

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Os horrores da Segunda Guerra não terminaram em 1945. Para muitos países e povos na Europa, na África e na Ásia a guerra apenas entrou em uma nova fase, não menos cruel do que a que havia sido travada entre 1939 e 1945. Ian Buruma narra o lado obscuro e real de um conflito sem heróis ou vilões.

E mais uma vez eu repito, o Ponto Para Ler não simpatiza com qualquer expressão ou ideologia que diminua o ser humano.

BDF na Rede

         

Sobre o Colunista

Paulo Souza, 28 anos, produtor cultural, editor e escritor. Possui publicado o livro ‘Ponto para ler contos’ (Kindle, 2016) e participou da ‘Antologia Sombria’ (Empíreo, 2017) e vários contos disponíveis no blog Ponto Para Ler. É criador e editor chefe do Ponto Para Ler e seu respectivo canal no YouTube em parceria com a Animars Produções.
Nasceu e vive em Brasília, cidade que ama.

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Novembro, 2017

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